Crusoé: Quem mexeu no meu Pix?
Governo compra briga com a sociedade ao monitorar transações
Um governo incapaz de cortar seus custos e que mantém os privilégios da sua casta não tem o direito de exigir mais sacrifícios à sociedade.
Essa foi a lição que o governo Lula aprendeu esta semana, após falhar em que tentar aumentar o monitoramento das transações por Pix (a partir de 5 mil reais por mês para pessoas físicas e de 15 mil para pessoas jurídicas).
O presidente Lula, o ministro Fernando Haddad e o recém-nomeado ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência, Sidônio Palmeira, procuraram de todas as formas aplacar as resistências à fiscalização das movimentações financeiras pela Receita Federal — que em 1979 fez uma campanha publicitária usando a figura do leão.
Mas a sociedade civil, organizada pelas redes sociais, colocou um basta, diz a reportagem de capa da nova edição de Crusoé, assinada por Wilson Lima.
Outros destaques de Crusoé
A matéria “Checagem pela multidão”, assinada por Duda Teixeira, revela por que as notas de comunidade podem melhorar a moderação de conteúdo nas redes sociais.
O diretor-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, poderia ter feito tudo mais fácil quando anunciou que substituirá as agências de checagem pelas notas de comunidade nas suas redes sociais se tivesse usado apenas critérios técnicos para justificar a mudança.
Em “O que Trump pode conseguir?”, João Pedro Farah mostra que o republicano retorna à Casa Branca na próxima segunda-feira, 20, para um mandato em que poderá modificar as regras do jogo político. Trump contará com maioria de deputados na Câmara dos Representantes e de senadores para seguir adiante com sua agenda econômica e internacional.
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