Comissão de Relações Exteriores da Câmara vai votar moção de apoio a Israel
Segundo presidente do colegiado e autor do pedido de moção, Estado tem sua existência negada por "extremistas e radicais"
O presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, Filipe Barros (PL-PR), protocolou na noite de quarta-feira, 18, um requerimento de moção de apoio e solidariedade a Israel e ao seu direito de existir como Estado-nação. Segundo o parlamentar, o pedido será votado na próxima reunião do colegiado, ainda sem data definida.
Na justificativa do requerimento, o deputado relembra o ataque promovido pelo grupo terrorista Hamas ao território israelense em outubro de 2023 e diz que, em 2025, quando o Estado de Israel completou 77 anos, “a sua existência é abertamente negada por extremistas e radicais, sendo a República Islâmica do Irã o principal financiador de próceres que atacam sistematicamente Israel com o propósito de varrê-lo do mapa”.
Dessa forma, afirma Barros, há uma política de Estado que sustenta o terrorismo e a violência como ferramentas necessárias à destruição de um Estado-nação.
“Por outro lado, alguns países do Ocidente, incluindo o atual governo brasileiro, negam o direito de defesa de Israel ao mesmo tempo em que suavizam os termos e as medidas em relação aos terroristas e bárbaros que mataram, estupraram, assaram bebê e crianças em fornos, e cometeram as piores atrocidades contra civis israelenses e estrangeiros que estavam naquele país no fatídico 7 de outubro”, critica o parlamentar.
Ainda segundo o deputado, Israel encontra-se em guerra “por sua sobrevivência e a sobrevivência do mundo livre”.
Irã atingiu hospital
Uma barragem de 30 mísseis balísticos disparada pelo Irã atingiu ao menos sete locais em Israel na manhã desta quinta-feira, entre eles o Hospital Soroka, na cidade de Berseba, a maior do deserto do Neguebe, no sul do país.
Relatos preliminares indicam que dezenas de pessoas ficaram feridas, três em estado grave. Repórteres locais relatam que apenas 5 pessoas ficaram levemente feridas no hospital, em razão da preparação antecipada.
O diretor do Hospital Soroka, Prof. Shlomi Kodesh, disse que o prédio do centro médico atingido por um míssil balístico iraniano foi evacuado há poucos dias.
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Comentários (1)
Marcia Elizabeth Brunetti
19.06.2025 16:39O problema é que temos um grupo radical neste país que é formado pelos luloafetivos. Eles seguem o que seu ídolo fala, ainda que o infeliz viva bêbado, seja semianalfabeto e esconda muito bem seu desejo de transformar o Brasil numa Ditadura.