Comissão da Câmara aprova moção de pesar por morte de Charlie Kirk
Segundo Gustavo Gayer, trata-se de uma perda para a sociedade americana de um episódio que toca a comunidade internacional
A Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 24, duas moções de pesar pela morte do ativista conservador Charlie Kirk. Fundador do grupo Turning Point USA, ele foi morto no último dia 10 de setembro, com um tiro de fuzil durante um evento na Universidade de Utah Valley (UVU), em Orem.
As moções foram propostas pelos deputados Gustavo Gayer (PL-GO), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) e Dr. Frederico (PRD-MG). O presidente da comissão, Filipe Barros (PL-PR), disse que “Kirk foi morto por divergir da onipresente doutrinação de esquerda”.
Segundo Gayer, “não é apenas uma perda para a sociedade americana, mas também um episódio que toca diretamente a comunidade internacional, pela gravidade do atentado contra direitos fundamentais que unem democracias irmãs”.
De acordo Luiz Philippe de Orleans e Bragança, “esse modus operandi – intimidar e silenciar por meio da violência – é nefasto à democracia e vem se repetindo no cenário político mundial”. “A liberdade de expressão, sobretudo a política, é condição de cidadania e limite intransponível a qualquer tentativa de silenciamento, cancelamento ou criminalização do dissenso”.
Já Dr. Frederico disse que o episódio da morte do ativista “não choca apenas pela tragédia em si, mas traz profunda indignação ao expor uma faceta sombria e perigosa da sociedade: a celebração da violência e da morte de um adversário”.
Mais de 100 mil pessoas no funeral
Mais de 100 mil pessoas participam no último domingo, 21, do funeral de Charlie Kirk. A cerimônia ocorreu no Estádio State Farm, em Glendale, sob forte esquema de segurança.
Autoridades locais informaram que o estádio atingiu sua capacidade máxima, estimada em 73 mil lugares, e que milhares de pessoas ainda aguardavam em uma fila de cerca de 1,6 km no estacionamento. Muitos caminharam mais de 3 km sob o calor intenso para tentar entrar no memorial.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o vice-presidente JD Vance, participaram da cerimônia. Ao chegar ao Arizona, Trump disse que estava ansioso para “celebrar a vida de um grande homem” e chamou o dia de “muito difícil”.
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