Cidades provisórias para 77 mil pessoas no RS Cidades provisórias para 77 mil pessoas no RS
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Cidades provisórias para 77 mil pessoas no RS

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Redação O Antagonista
3 minutos de leitura 16.05.2024 14:08 comentários
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Cidades provisórias para 77 mil pessoas no RS

Dentre os requisitos para essas cidades provisórias, estão lavanderia coletiva, cozinha comunitária, dormitórios e banheiros

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Cidades provisórias para 77 mil pessoas no RS
Foto: Mauricio Tonetto / Secom

O governo do Rio Grande do Sul está planejando a construção de quatro cidades provisórias em Canoas, Guaíba, Porto Alegre e São Leopoldo. Essas estruturas serão utilizadas para abrigar mais de 77 mil vítimas das enchentes que ainda estão em abrigos, conforme o último boletim divulgado pela Defesa Civil. A informação foi dada pelo vice-governador Gabriel Souza em entrevista à Rádio Gaúcha.

Na próxima semana, o governo iniciará o processo de contratação para a montagem dessas estruturas temporárias. Segundo Souza, é mais rápido contratar um serviço especializado do que construir do zero. As cidades provisórias terão estruturas semelhantes a locais de eventos, porém adaptadas para acomodar pessoas com dignidade.

Dentre os requisitos para essas cidades provisórias, estão espaços destinados a crianças e animais de estimação, lavanderia coletiva, cozinha comunitária, dormitórios e banheiros. Essas estruturas serão mantidas enquanto as pessoas ainda precisarem desse apoio.

Locais das cidades

As cidades de Canoas, Guaíba, Porto Alegre e São Leopoldo foram escolhidas por serem as que possuem o maior número de desabrigados no estado.

Sobre os possíveis locais para a instalação das cidades provisórias, o vice-governador mencionou o Porto Seco, em Porto Alegre, o Centro Olímpico Municipal, em Canoas, e o Parque de Eventos, em São Leopoldo.

Até o momento, as chuvas já causaram a morte de 151 pessoas no Rio Grande do Sul, de acordo com a Defesa Civil.

Barracas provisórias

Porto Seco, além de ser uma área preservada das enchentes, é também um bairro carente e isolado. Para atender a demanda dos desabrigados, a prefeitura estima que serão instaladas cerca de 5 mil barracas no Complexo Cultural Porto Seco, que abriga o sambódromo da cidade e não possui atividades durante o ano. Com isso, aproximadamente 10 mil pessoas poderão ser acolhidas nesse espaço.

Para garantir a segurança desses locais, as Forças Armadas ficarão responsáveis pela operação. No entanto, para que isso seja possível, será necessário decretar uma missão de garantia da Lei e da Ordem (GLO), um ato que é competência exclusiva do Presidente da República.

Medidas de segurança nos abrigos

Devido a episódios de violência nos abrigos, a prefeitura de Porto Alegre tomou a iniciativa de criar um abrigo exclusivo com vigilância privada para mulheres e crianças. Além disso, o secretário de Segurança Pública do estado, Sandro Caron, anunciou o reforço de 300 policiais na área de segurança. Esses policiais são provenientes de um chamado feito pelo governo do estado para policiais militares que estão aposentados.

Nesta quinta-feira, 16, o governador Eduardo Leite anunciou a abertura de um edital para convocar policiais civis e bombeiros militares aposentados. O objetivo é reforçar o efetivo de forma emergencial e temporária nas regiões mais afetadas pelos eventos climáticos recentes.

Estamos chamando agora entre os dias 16 e 20 um total de 260 policiais civis. O edital já está publicado para que se apresentem e possamos reforçar nossas estruturas de segurança neste momento crítico. Assim como fizemos com a Brigada Militar, trazendo policiais da reserva novamente para a ativa. Quanto aos bombeiros, serão contratados 100 profissionais temporários para reforçar as regiões mais afetadas pelos eventos climáticos recentes“, afirmou Leite.

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