Candidatos ao TCU espalham cartazes pela Câmara e distribuem santinhos
Sete nomes estão na disputa pela vaga aberta com a aposentadoria de Aroldo Cedraz e serão sabatinados nesta segunda-feira
A disputa pelo cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), na vaga aberta com a aposentadoria compulsória de Aroldo Cedraz, segue a todo vapor na Câmara dos Deputados. Parlamentares que concorrem ao posto espalharam cartazes pela Casa, destacando as respectivas candidaturas. Assessores estão também distribuindo santinhos. Tudo na tentativa de conquistar votos de colegas.
Cabe à Câmara dos Deputados aprovar um nome para indicar ao TCU para a sucessão de Cedraz. Antes da votação no plenário, que será secreta e em turno único (com o mais votado se tornando o indicado), os candidatos passarão por uma sabatina na Comissão de Finanças e Tributação da Casa.
A sabatina está marcada para esta segunda-feira, 13, e a votação, para terça, 14. São candidatos ao TCU os deputados Odair Cunha (PT-MG), Soraya Santos (PL-RJ), Hugo Leal (PSD-RJ), Elmar Nascimento (União-BA), Danilo Forte (PP-CE), Adriana Ventura (Novo-SP) e Gilson Daniel (Podemos-ES).
O Antagonista observou cartazes de Soraya, Hugo Leal, Adriana Ventura e Gilson Daniel espalhados pela Câmara nesta segunda. Soraya e Adriana ainda colocaram um cada bem próximo ao plenário.
Além disso, duas assessoras da candidata do PL estão distribuindo santinhos e adesivos dela na passagem entre os anexos I e II da Casa. Na semana passada, assessoras de Danilo Forte também distribuíram santinhos dele. Em fevereiro, a equipe de Hugo Leal fez o mesmo.



O presidente da Câmara apoia Odair Cunha na disputa. Isso fez parte do acordo para que o Partido dos Trabalhadores apoiasse a eleição de Motta para a Presidência da Casa em 2025.
O apoio de Motta torna Odair muito forte na corrida, pois o parlamentar do Republicanos consegue negociar para que integrantes de partidos do Centrão apoiem a candidatura também. E o deputado por MG deverá ser apoiado ainda pelas siglas de esquerda (PV, PCdoB, Psol e PDT).
Após a indicação ser aprovada pelo plenário da Câmara, o Senado Federal ainda precisará votar para decidir se concorda ou não.
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