Bolsonaro segue intensificando fisioterapia motora, diz boletim médico
Equipe médica explica também que está mantida a orientação de restrição de visitas e ainda não há previsão de alta hospitalar
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) permanece internado no Hospital DF Star, em Brasília, se recuperando da cirurgia à qual foi submetido, no último dia 13 de abril, para tratar um quadro persistente de suboclusão intestinal.
De acordo com o último boletim médico, divulgado nesta sexta-feira, 2, o político “mantém-se estável clinicamente, sem dor ou febre e com pressão arterial controlada“. “Continua com boa aceitação e progressão da dieta oral, com complementação nutricional por via parenteral (endovenosa)”.
Ainda conforme a equipe médica, o ex-presidente “segue intensificando diariamente a fisioterapia motora e recebendo as medidas de prevenção de trombose venosa“.
Está mantida a orientação de restrição de visitas a Bolsonaro e ainda não há previsão de alta hospitalar. Na última quarta-feira, 30, o ex-presidente deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Ele foi transferido para a unidade de internação.
Ato por anistia
Na segunda-feira, 28, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro publicou um vídeo nas redes sociais em que ela, Jair Bolsonaro, o pastor Silas Malafaia e congressistas da oposição convocam apoiadores a participarem de uma nova manifestação a favor do projeto de lei que concede anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
O novo protesto será realizado na capital federal, em 7 de maio, a partir das 16h. “Manifestação pacífica em Brasília pró-anistia. Compareçam”, disse Bolsonaro na gravação, diretamente da UTI.
No vídeo, Silas Malafaia afirmou que os participantes do ato vão caminhar da Torre de TV, em Brasília, até o Congresso Nacional. Segundo ele, será uma manifestação pacífica a favor do projeto da anistia “e para dar parabéns ao ministro [Luiz] Fux, que desmascarou a perversa e injusta condenação a Débora do batom”.
Ele se refere ao voto de Fux no qual o magistrado divergiu da maioria da Primeira Turma e sugeriu que a cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos – responsável por escrever “Perdeu, mané” na estátua “A Justiça”, em frente ao STF, em 8 de janeiro de 2023 – fosse condenada a pena de um ano e seis meses de prisão.
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