Base governista inicia coleta para pedido de CPI das propagandas eleitorais no rádio

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Base governista inicia coleta para pedido de CPI das propagandas eleitorais no rádio

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Wilson Lima
2 minutos de leitura 26.10.2022 16:36 comentários
Brasil

Base governista inicia coleta para pedido de CPI das propagandas eleitorais no rádio

Onze deputados da base governista iniciaram há pouco a coleta de assinaturas para iniciar uma investigação sobre indícios de irregularidades na “inserção de propagandas eleitorais gratuitas em emissoras de rádio e TV, durante o período de campanha eleitoral em 2022”...

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Wilson Lima
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Base governista inicia coleta para pedido de CPI das propagandas eleitorais no rádio
Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Onze deputados da base governista iniciaram há pouco a coleta de assinaturas para iniciar uma investigação sobre indícios de irregularidades na “inserção de propagandas eleitorais gratuitas em emissoras de rádio e TV, durante o período de campanha eleitoral em 2022”.

Essa é a segunda iniciativa neste sentido. O deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) também coleta assinaturas para instalar uma CPI sobre o mesmo tema.

Como mostramos na segunda-feira, a campanha bolsonarista alega que não foram exigidas 154 mil propagandas ao longo de dois dias. Mais cedo, registramos com exclusividade que o Tribunal Superior Eleitoral decidiu exonerar o servidor Alexandre Gomes Machado, assessor de gabinete da Secretaria Judiciária da Secretaria-Geral da Presidência.

A exoneração do servidor é vista pela base governista como uma espécie de atestado de culpa do TSE no episódio.

“O ex-servidor se dirigiu a Delegacia da Polícia Federal, onde relatou que acredita que o motivo de sua exoneração foi o fato de, desde 2018, informar reiteradamente a existência de falhas de fiscalização e acompanhamento na veiculação de inserções da propaganda eleitoral gratuita”, dizem os deputados no pedido de CPI.

O pedido é do deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), subscrito por parlamentares como Carla Zambelli (PL-SP), Carlos Jordy (PL-SP) e Paulo Martins (PL-PR).

O TSE, porém, nega que a exoneração tenha ligação com a denúncia da campanha de Bolsonaro. Para a Corte Eleitoral, “as alegações feitas pelo servidor em depoimento perante a Polícia Federal são falsas e criminosas e, igualmente, serão responsabilizadas”.

“A reação do referido servidor foi, claramente, uma tentativa de evitar sua possível e futura responsabilização em processo administrativo que será imediatamente instaurado”, disse o TSE.
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Wilson Lima

Wilson Lima é jornalista formado pela Universidade Federal do Maranhão. Trabalhou em veículos como Agência Estado, Portal iG, Congresso em Foco, Gazeta do Povo e IstoÉ. Acompanha o poder em Brasília desde 2012, tendo participado das coberturas do julgamento do mensalão, da operação Lava Jato e do impeachment de Dilma Rousseff. Em 2019, revelou a compra de lagostas por ministros do STF.

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