Bancada do PL reclama de “perseguição” e “abuso de poder”
"Não aceitaremos intimidação", disse o deputado Sóstenes Cavalcante, líder da bancada na Câmara, sobre a prisão de Bolsonaro
A bancada do PL na Câmara, por meio de seu líder Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou, em nota, que a prisão preventiva de Jair Bolsonaro (PL) é “perseguição” e “abuso de poder” do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
Leia a nota na íntegra:
“O Brasil amanheceu menor. O país viu, com choque e indignação, a prisão do presidente Jair Bolsonaro. Isso não é justiça, é perseguição. Isso não é equilíbrio, é abuso de poder. É a prova clara de um projeto que tenta calar quem não se curva e destruir quem não se rende.
Todos sabem que não há crime, não há prova e não há motivo que explique uma decisão tão pesada. Existe apenas um alvo. E esse alvo é Bolsonaro, que representa milhões de brasileiros que acreditam na liberdade, na ordem e no direito de discordar sem medo.
A decisão se torna ainda mais cruel quando lembramos que Bolsonaro carrega, desde a facada de 2018, sequelas que todo brasileiro conhece. Mesmo assim, escolheram expô-lo e humilhá-lo. Isso não é justiça, é vingança. É o uso da lei como arma política, porque não conseguiram derrotá-lo nas ideias.
O país está perplexo. O mundo está olhando. E a democracia está sendo colocada à prova.
Como Líder da Bancada do PL, expresso minha revolta. Não aceitaremos intimidação. Não daremos um passo atrás. Defenderemos Bolsonaro, sua família e todos os brasileiros que hoje sentem o peso da ameaça. Faremos isso dentro da lei, com coragem e com a certeza de que ninguém consegue prender a verdade.
A verdade sempre vence. Pode demorar, mas chega. E quando chega, destrói mentiras, derruba narrativas e desmonta injustiças. Nenhuma cela consegue segurar um povo acordado. Nenhum poder barra a força da realidade.
A nossa bandeira não será dobrada.
A nossa liberdade não será calada.
A injustiça não vencerá o Brasil.
1.A Constituição não é um instrumento de poder, é um limite contra o abuso de poder.
2.Quando a Justiça deixa de ser imparcial, ela deixa também de ser Justiça.
3.Nenhuma democracia sobrevive quando a lei passa a ter destinatários específicos.
4.Prisões sem fundamento corroem a confiança pública e ativam o alarme do Estado de Direito.
5.O dever do Parlamento é reagir sempre que um cidadão ou ex-presidente sofre violação de garantias fundamentais.”
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Comentários (1)
Márcio Roberto Jorcovix
22.11.2025 12:01Parece uma cambada de malucos. se tornaram o outro lado da maluquice petista.