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Miguel Sanches Neto


Seus artigos

Faltam presentes do Dia da Mães

07.05.2021 17:04 - 3 minutos de leitura

Faltam presentes do Dia da Mães

Quem a Covid mais assassina

01.05.2021 17:59 - 4 minutos de leitura

Quem a Covid mais assassina

Vamos eleger poetas

23.04.2021 17:04 - 5 minutos de leitura

Vamos eleger poetas

Não há eleitores no Brasil

16.04.2021 15:24 - 4 minutos de leitura

Não há eleitores no Brasil

A praga do caudilhismo

10.04.2021 16:15 - 5 minutos de leitura

A praga do caudilhismo

Miguel Sanches Neto


Seus artigos

Opinião

Faltam presentes do Dia da Mães

A cada Dia das Mães, há sempre uma dúvida quanto ao presente que daremos a ela? Temos que pensar no valor, no gosto, na utilidade, na moda, nos hábitos etc. Os presentes são ofertados pelo mercado em grande variedade e as pessoas pedem na internet ou buscam nas lojas algo para surpreender as mães. Alguns até ousam escrever poemas em homenagem a ela. E talvez este seja o objeto mais sincero, mas de pouco valor...

07.05.2021 17:04 | 3 minutos de leitura

Faltam presentes do Dia da Mães

Opinião

Quem a Covid mais assassina

A vacinação contra a Covid nos dividiu em grupos, usando critérios de riscos a partir de nossa condição física e nossa condição profissional. A escassez de vacina, fruto em nosso país de uma política patrocinada pelo Presidente da República e seus arautos, criou um novo tipo de embate social...

01.05.2021 17:59 | 4 minutos de leitura

Quem a Covid mais assassina

Opinião

Vamos eleger poetas

Em visita ao Museu do Holocausto, em Auschwitz, das coisas que mais me impressionaram foi uma sala cheia de óculos dos judeus mortos. É claro que aqueles objetos poderiam vir de banqueiros, de empresários etc., mas eram em grande maioria, pelos registros históricos de perseguição, de professores, escritores, artistas e intelectuais em geral. Parei diante da vitrine por um tempo mais longo e fiquei imaginando que o grande perigo daquele grupo era o poder de ler...

23.04.2021 17:04 | 5 minutos de leitura

Vamos eleger poetas

Opinião

Não há eleitores no Brasil

“Este é tempo de partido, / tempo de homens partidos”, diz Carlos Drummond de Andrade, no poema Nosso tempo, do livro A Rosa do Povo (1945), seu volume mais político. O que valia em 1945 vale ainda hoje, desafortunadamente. Vivemos um tempo de partidos, de homens e mulheres partidas. A poesia política de então nos ajuda a entender o que somos em “nosso tempo”...

16.04.2021 15:24 | 4 minutos de leitura

Não há eleitores no Brasil

Opinião

A praga do caudilhismo

No final dos anos 1980, em viagem pelas cidades barrocas de Minas Gerais, cheguei à Igreja de São Francisco de Assis, em São João Del-Rei, cujo projeto original é de Aleijadinho. Depois de contemplar o interior e o traçado do templo, já na saída, um guardião me interpelou. Eu tinha esquecido de visitar o túmulo de Tancredo Neves. Por delicadeza, me deixei levar ao “locus sacratus”. E ouvi do meu guia acidental que, morto, Tancredo fazia milagres...

10.04.2021 16:15 | 5 minutos de leitura

A praga do caudilhismo

Opinião

Os 30 Bolsonaros

Um dos livros mais emblemáticos dos anos 1970 é o romance humorístico de Moacyr Scliar, O exército de um homem só. O personagem, simbolicamente, é um comunista enlouquecido que quer criar um mundo próprio, o Capitão Birobidjan, que faz a sua pregação de forma solitária e que se vê como uma força política, despertando o riso do leitor. Como a realidade não se cansa de copiar os personagens da ficção, a trajetória do capitão Jair Messias Bolsonaro, desligado prematuramente do Exército Brasileiro, foi marcada por este sentimento de que ele, sozinho, mudaria o Brasil...

02.04.2021 14:32 | 4 minutos de leitura

Os 30 Bolsonaros

Opinião

A peste e a supremacia

O enfrentamento da pandemia tem uma orientação ideológica. Gestos de supremacia podem indicar o código para atos praticados deliberadamente. Nascida no século XIX, em um momento rudimentar do cientificismo, a ideia de uma raça biologicamente mais forte, que deve dominar os demais e levá-los à morte quanto antes, gerou estudos falsos e movimentos genocidas como o Nazismo. Machado de Assis ridiculariza esta ideologia supremacista na figura de Quincas Borba (título de seu romance de 1891), personagem que cria a teoria do Humanitismo...

26.03.2021 15:12 | 4 minutos de leitura

A peste e a supremacia

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