Guerra do futebol: Globo x Record x SBT x Streaming
O futebol é o campo de guerra entre Globo, Record, SBT e plataformas de streaming, que disputam cada gol, ponto de audiência e milhões de reais
O futebol é o campo aberto de uma guerra entre Globo, Record, SBT e plataformas de streaming, que disputam cada gol, ponto de audiência e milhões de reais em 2025. A paixão nacional alimenta uma corrida de custos enormes por direitos de transmissão, patrocínios e a gera tensão em apresentadores de sucesso, que vêm suas audiências minguarem quando a bola rola na tela da concorrência
Já tendo visto Luciano Huck sofrer com esse rival esportivo, a Globo investiu pesado para tentar manter sua hegemonia, teria investido mais de 1 bilhão de reais em direitos do Brasileirão, da Copa do Brasil e alguns campeonatos estaduais. Com faturamento de 2,5 bilhões em 2025, a emissora fechou 14 cotas de patrocínio, mas enfrenta pressão para justificar os custos.
Jogos como Flamengo x Juventude, com 30 pontos e 48% de participação no Rio, e Santos x Atlético-MG, com 17 pontos em São Paulo, mostram que a estratégia rende, alcançando 99 milhões de telespectadores até maio, número esse que deve aumentar.
A Record, contra atacou, desembolsando 215 milhões pela Liga Forte União (LFU), garantindo 38 jogos do Brasileirão. E quando eles estão no ar, especialmente em jogos importantes, os outros canais costumam pagar caro com perda de audiência. Essa é a regra.
Nos bastidores, a emissora de Edir Macedo enfrentou negociações tensas com os clubes, superando os concorrentes para assegurar o Paulistão 2025, cuja final Corinthians x Palmeiras atingiu pico de 31,6 pontos e 55,3% de participação em São Paulo, destronando a Globo no seu horário nobre.
Com faturamento entre 250 milhões e 300 milhões, a Record corre para atrair patrocinadores, como bancos, bets e varejistas, para cobrir os gastos.
O SBT, com menos recursos, aposta na Champions League, investindo milhões para transmitir jogos, como a final entre PSG x Inter de Milão, que alcançou a liderança de audiência com 10,5 pontos de pico em São Paulo, para azar da concorrência.
A luta por anunciantes é intensa, com o canal da família Abravanel também buscando patrocinadores com bolsos profundos para financiar sua cobertura.
No streaming, – um setor que cresce ano a ano – o Prime Video entrou na briga pela LFU, enquanto o YouTube rivaliza com a Record. Com 59,8% do consumo de vídeo na TV aberta e 32,5% no streaming, o mercado do futebol movimenta aproximadamente 4,5 bilhões, com Libra pagando 151 milhões por clube e LFU 130 milhões.
Nos bastidores, a disputa por direitos e patrocinadores é tão acirrada quanto o jogo em campo, garantindo que o futebol – e a audiência que ele traz – siga reinando. E você, assiste futebol? Na sua opinião, qual o melhor canal para ver esse esporte atualmente?
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