Nova ponte de 95 metros e R$ 6 milhões foi inaugurada em corredor rodoviário que prevê quase 29 km de duplicações para melhorar o transporte de cargas no Sul
A entrega em Pantano Grande foi uma das etapas da duplicação do lote 4 da BR-290.
A Ponte do Tabatingaí foi inaugurada em janeiro de 2026 no trecho da BR-290 que passa por Pantano Grande, no Rio Grande do Sul. A travessia tem 95 metros e custou cerca de R$ 6 milhões. Ela integra um lote de duplicação com 28,7 quilômetros de extensão.
Onde fica a ponte entregue em janeiro?
A estrutura está no km 222,6 da BR-290, sobre o Rio Tabatingaí. O registro da inauguração pelo DNIT informa a entrega durante uma agenda de obras rodoviárias no Rio Grande do Sul, em 30 de janeiro de 2026.
A ponte faz parte do lote 4 da duplicação entre Eldorado do Sul e Pantano Grande. O trecho do lote começa no km 199,3 e termina no km 228. Sua extensão inclui a travessia e diferentes serviços em terra.

O que os R$ 6 milhões cobrem?
O DNIT atribuiu o investimento aproximado de R$ 6 milhões à ponte de 95 metros. A medida e o valor dizem respeito à estrutura sobre o rio. A duplicação do lote abrange uma área maior e conta com investimentos próprios.
Separar os valores ajuda a ler as entregas divulgadas para a rodovia. Construir uma travessia é uma intervenção localizada. Duplicar um trecho envolve preparar quilômetros de pista, implantar acessos e executar serviços como drenagem e sinalização.
Três números ajudam a distinguir a ponte do lote.
Por que uma ponte entra em operação antes do restante?
Uma obra rodoviária pode ser aberta em etapas quando as partes prontas já têm condições de receber veículos. A ponte do Tabatingaí foi entregue enquanto outros serviços do lote continuavam. A inauguração da travessia marcou um avanço dentro da duplicação.
Em abril de 2026, o Ministério dos Transportes informou a entrega de 14 quilômetros duplicados em Pantano Grande. O balanço daquele período ainda indicava o lote em execução. Esses marcos mostram como a rodovia pode receber novos trechos de forma progressiva.
O que a duplicação acrescenta ao corredor?
A implantação de novas pistas separa fluxos e oferece mais espaço para circulação. Conforme o trecho, a obra também organiza acessos locais e sistemas de drenagem. A melhoria do corredor depende da continuidade das partes que entram em operação.
A BR-290 conecta Porto Alegre a municípios do centro e do oeste gaúcho. Nesse percurso, a capacidade da estrada influencia tanto viagens locais quanto a circulação de cargas. Uma ponte compatível com a ampliação evita que a travessia fique dissociada do desenho das pistas.
A duplicação combina obras com funções diferentes no percurso.
Como os usuários percebem a entrega em fases?
Quem passa pelo trecho pode encontrar partes duplicadas e outras ainda em obras, conforme a etapa de implantação. A sinalização orienta a passagem entre as duas situações. Cada abertura reduz a extensão que permanece sob intervenções no lote.
Essa transição também afeta a leitura dos percentuais. Um índice de avanço resume serviços diferentes. Uma entrega ao tráfego registra o momento em que um trecho específico pode ser usado, independentemente do que falta em outras partes.
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Qual é a escala da obra no Tabatingaí?
O comprimento de 95 metros identifica a ponte. Os 28,7 quilômetros identificam o lote em que ela se encaixa. Essa diferença de escala permite entender por que os valores e as datas divulgados para a travessia e para a duplicação aparecem separados.
A entrega no Rio Tabatingaí incorporou uma nova estrutura ao corredor. O efeito sobre os deslocamentos de longa distância dependerá também da continuidade das pistas e do funcionamento dos demais trechos previstos na ampliação
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