O teto inclinado não impede este SUV-cupê de guardar 490 litros de bagagem, enquanto o motor 1.0 turbo chega a 130 cv e 20 kgfm
O desenho de cupê preserva espaço para bagagem, enquanto o motor turbo adiciona força em baixa rotação sem ampliar demais a carroceria.
A traseira inclinada sugere menor espaço para carga, mas o desenho preserva um compartimento amplo. O Citroën Basalt Turbo combina 490 litros de porta-malas, motor 1.0 Turbo 200 de até 130 cv e 20 kgfm, mantendo cinco lugares em uma carroceria de perfil cupê.
Como o Basalt mantém 490 litros com teto inclinado?
O porta-malas oferece 490 litros na ficha técnica do Basalt Shine Turbo 200 AT. A carroceria mede 4.343 mm de comprimento e tem 2.645 mm de entre-eixos, proporções que deixam espaço para passageiros e bagagem apesar da queda visual do teto.
O volume é medido pelo compartimento disponível, enquanto a inclinação externa afeta principalmente o desenho da parte superior da traseira. Objetos muito altos ainda dependem do formato da tampa e do acabamento interno, algo que uma medida em litros não descreve por completo.

O que o motor 1.0 Turbo 200 entrega?
O três-cilindros de 999 cm³ usa injeção direta e chega a 130 cv com etanol ou 125 cv com gasolina. O torque máximo é de 20 kgfm a 1.750 rpm, faixa baixa que favorece respostas sem exigir rotações muito altas.
A ficha técnica oficial do Basalt Shine informa aceleração de 0 a 100 km/h em 9,7 segundos com etanol e 10,2 segundos com gasolina.
Os principais números mecânicos ficam assim:
Como funciona o câmbio nas versões turbo?
O Basalt Shine Turbo 200 usa transmissão continuamente variável, conhecida como CVT, com sete marchas simuladas. Ela varia a relação de transmissão sem depender de engrenagens fixas como uma caixa manual convencional.
As relações simuladas permitem reproduzir etapas de troca em situações específicas, enquanto o funcionamento normal busca manter o motor em uma faixa adequada de rotação. A tração é dianteira, solução comum em SUVs compactos voltados principalmente ao uso rodoviário e urbano.
A altura do solo combina com a proposta de SUV?
A ficha registra 208 mm de altura em relação ao solo entre os eixos, além de ângulo de ataque de 20,5° e saída de 28°. São medidas que dão margem extra sobre obstáculos em comparação com carros mais baixos.
Isso não transforma o Basalt em um modelo destinado a trilhas pesadas. O conceito de SUV reúne veículos de propostas diferentes, e o Basalt privilegia espaço, altura e estilo de cupê em uma plataforma compacta de tração dianteira.
Três especificações resumem esse equilíbrio:
Quais recursos de segurança acompanham o conjunto?
A versão Shine da ficha consultada traz quatro airbags, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração, ABS com EBD, assistente de partida em rampa e monitoramento indireto da pressão dos pneus.
Esses sistemas atendem funções diferentes. Airbags são elementos de proteção passiva; estabilidade e tração tentam ajudar a manter controle em determinadas situações; o Hill Assist segura momentaneamente o veículo em rampas durante a transição entre freio e acelerador.
O que diferencia o Basalt Turbo no uso diário?
O contraste está em combinar aparência de SUV-cupê com um porta-malas maior que o desenho externo sugere. Ao mesmo tempo, o motor turbo adiciona torque em baixa rotação, enquanto o CVT reduz a necessidade de comandar trocas no trânsito.
Os 490 litros, 130 cv e 20 kgfm atendem três necessidades distintas: espaço, potência e retomadas. É essa combinação, mais do que o formato do teto isoladamente, que explica a proposta do Basalt Turbo para cidade e estrada.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)