Flávio assiste à derrota do Vasco, encontra Neymar e é vaiado
Candidato do PL deixou estádio escoltado pela Polícia Federal após o terceiro gol do Santos
Candidato do PL à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro foi a São Januário neste domingo, 16, após iniciar oficialmente sua campanha em um ato na Praia de Copacabana. Vascaíno, ele acompanhou a partida entre Vasco e Santos ao lado de Douglas Ruas (PL), candidato ao governo do Rio.
Antes do jogo, Flávio se encontrou com o atacante Neymar e com o presidente do Vasco, Pedrinho.
O jogador do Santos autografou uma camisa da seleção brasileira usada pelo candidato.
Flávio deixou o estádio pouco depois de o Santos marcar o terceiro gol. O Vasco acabou derrotado por 3 a 0. Escoltado por agentes da Polícia Federal, o candidato saiu sem falar com a imprensa ou cumprimentar torcedores.

Reação no estádio
A presença de Flávio provocou reações nas arquibancadas. Apesar de receber alguns aplausos, ele foi principalmente vaiado por torcedores.
Em alguns momentos, parte da torcida gritou “onde está o Vorcaro?” em direção à cabine onde estavam Flávio e Douglas Ruas.
O Vasco afirmou em nota que convidou todos os candidatos à Presidência para acompanhar partidas durante o período eleitoral. O clube disse ainda que o convite não representa apoio ou vínculo com nenhuma candidatura.
Primeiro ato de campanha
Antes de ir para São Januário, Flávio lançou sua campanha em um comício na Praia de Copacabana. Ele estava acompanhado de Douglas Ruas, do vice da chapa, Alfredo Gaspar, e de familiares.
Durante o discurso, Flávio criticou o governo Lula e afirmou que o Brasil “perdeu a soberania”. Também defendeu que facções criminosas sejam classificadas como organizações terroristas.
“O Brasil vai vencer porque PCC, Comando Vermelho e milícias vão ser classificados como terroristas”, afirmou.
Flávio também falou sobre política externa e disse ser o único candidato capaz de negociar com diferentes potências.
“Eu sou o único que pode sentar com os Estados Unidos, com a China, com Israel, com o Oriente Médio, com a Índia e com a Argentina e fazer os melhores e maiores acordos comerciais pelo bem da nossa nação”, afirmou.
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