Flávio Bolsonaro condena ataque a tiros em jantar com Trump
“Tentar tirar a vida de quem pensa diferente usando balas ou facas não cabe numa democracia”, diz senador
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, manifestou solidariedade ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após o ataque a tiros que interrompeu um jantar em Washington na noite de sábado, 25.
Em publicação no X, o parlamentar afirmou:
“Coloco nas minhas orações o Presidente Donald Trump, a primeira-dama Melania Trump e todos que estiveram no jantar em Washington.
Tentar tirar a vida de quem pensa diferente usando balas ou facas não cabe numa democracia.
Que Deus nos proteja desse tipo de violência lá ou aqui no Brasil.”
Mais cedo, como mostramos, o presidente Lula também comentou o episódiohttps://oantagonista.com.br/brasil/lula-manifesta-solidariedade-a-trump-apos-tiros-em-jantar/ e afirmou que o Brasil repudia o ataque.
“Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington. O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem [sábado] à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, disse Lula.
O ataque
O ataque ocorreu nas imediações do hotel Washington Hilton. O evento reunia autoridades do governo Trump e jornalistas.
Um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas o tiro foi contido pelo colete à prova de balas. Ele foi atendido e liberado.
O homem acusado de abrir fogo foi identificado como Cole Thomas Allen, de 31 anos, natural de Torrance, na Califórnia.
Ele foi contido por agentes de segurança nas proximidades de um ponto de triagem antes de alcançar o salão principal do evento.
Reação internacional
Líderes mundiais condenaram o episódio.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse estar “chocado” e afirmou estar “aliviado que o Presidente e a Primeira-Dama estão seguros e fortes”.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, também afirmou estar “chocado” e disse que “qualquer ataque às instituições democráticas ou à liberdade de imprensa deve ser condenado nos termos mais veementes possíveis”.
O presidente da França, Emmanuel Macron, classificou a violência como “inaceitável”, enquanto a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, afirmou que “nenhum ódio político pode encontrar espaço em nossas democracias”.
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