Erika Kirk, esposa de Charlie Kirk, assassinado a tiro nos Estados Unidos, afirmou que dará continuidade ao legado do marido e que “ninguém esquecerá o nome” dele.
Ela acrescentou que “não fazem ideia do que acabaram de desencadear” — referindo-se ao assassinato de seu marido.
Quem também se manifestou sobre o caso foi primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, criticou no fim de semana setores da esquerda de seu país que, segundo ela, se calaram ou até celebrarem o assassinato de Charle Kirk
Comentários celebrando o assassinato do ativista Charlie Kirk têm levado a demissões de professores, jornalistas, funcionários de empresas privadas e até de órgãos públicos nos Estados Unidos.
Felipe Moura Brasil, Duda Teixeira e Ricardo Kertzman comentam: