O procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu, em suas alegações finais, que Jair Bolsonaro seja condenado pelo STF por liderar uma trama golpista para continuar na Presidência da República, após a derrota nas eleições de 2022.
As penas podem chegar a 43 anos de prisão.
Um dos episódios citados por Gonet foi o do relatório da Comissão de Transparência Eleitoral, integrada por membros das próprias Forças Armadas.
Bolsonaro desautorizou a divulgação do documento após o primeiro turno, porque a conclusão da Comissão foi de que não havia fraude nas urnas eletrônicas.
Somente em 9 de novembro de 2022, o Ministério da Defesa encaminhou o relatório ao TSE, que então divulgou nota afirmando que a Comissão não apontou existência de fraude.
Felipe Moura Brasil e Ricardo Kertzman comentam: