Opinião
Opinião
Burning Man
William J. Burns (foto, à esquerda) era o embaixador americano na Rússia em agosto de 2008, quando tropas russas ocuparam a Geórgia. A guerra durou apenas cinco dias e rendeu a Moscou as regiões de Ossétia do Sul e Abecásia. William J. Burns era secretário de Estado Adjunto em 2014, quando tropas russas ocuparam a Crimeia. Em pouco mais de um mês, a península ucraniana passou ao controle de Vladimir Putin. William J. Burns é diretor-geral da CIA, no momento em que Kiev tenta resistir ao brutal cerco militar russo...
UE e Otan são um sonho distante para a Ucrânia
A "Ucrânia nazista" e os papagaios do Kremlin
Putin já perdeu a batalha da comunicação
A hora de Biden
PT e Bolsonaro silenciam sobre tirania de Putin
No Papo Antagonista desta segunda-feira, Claudio Dantas comentou a postura de políticos brasileiros diante dos ataques de Vladimir Putin à Ucrânia...
Acuado, Putin pode provocar massacre
No Papo Antagonista desta segunda-feira, Diogo Mainardi comentou o isolamento de Vladimir Putin após o início da guerra na Ucrânia...
Efeito bumerangue
A agência russa RIA Novosti, a mesma que ontem à noite estampou Jair Bolsonaro em sua capa, hoje dedicou uma longa reportagem às sanções econômicas impostas pelo Ocidente à Rússia. Apesar do tom da matéria, que chama de roubo o bloqueio de bens de Vladimir Putin, há vários dados interessantes que demonstram o real alcance das punições e prováveis consequências...
A realidade da Ucrânia e a paralela dos asnos
Asnos brasileiros dizem que não está ocorrendo uma guerra na Ucrânia, porque a ofensiva russa é "cirúrgica" -- não atinge alvos civis -- e que não morreram ucranianos o suficiente para definir o conflito como guerra. Esses mesmos asnos afirmam que a Otan -- uma aliança militar defensiva -- representa uma ameaça à Rússia e, por isso, Vladimir Putin teria motivo para invadir a Ucrânia, que queria entrar na aliança militar do Ocidente. Compram pelo valor de face o pretexto do tirano russo. Na verdade, os ucranianos desejavam ingressar na Otan, para defender-se da Rússia, não para atacá-la, enquanto a Rússia não queria a Ucrânia na Otan, para poder atacá-la, não por medo de ser atacada, como já deveria estar evidente. São tantas ideias de jerico sobre uma realidade paralela, que nem vale a pena se estender sobre elas. Fica o registro breve das asneiras...
Entre o idiota da vila global e o antiamericanismo
Bolsonaro não é só uma peça da propaganda de Putin
Pressionado por impeachment, Moraes autoriza semiaberto para Débora do Batom
Fachin se reúne com coordenador da campanha de Flávio e líder do governo
Bolsonarismo se amansa perto do poder
“GM queria que vc fosse jantar com ele”, diz advogado a Vorcaro
A menos de uma hora para discussão, Senado não atinge quórum para PEC da 6×1
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