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Violência no México atinge ápice com candidata assassinada

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Redação O Antagonista
3 minutos de leitura 02.04.2024 21:07 comentários
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Violência no México atinge ápice com candidata assassinada

Explore a escalada da violência política no México com o chocante assassinato de uma candidata, desvendando a crise e as respostas do governo.

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Violência no México atinge ápice com candidata assassinada
Foto: Edgar Flores/Pixabay

No dia 1º de abril de 2024, Bertha Gisela Gaytan, candidata à prefeita de Celaya pelo partido governista Morena, foi assassinada por atiradores desconhecidos durante um comício em San Miguel Octopan, no estado de Guanajuato, México. Este incidente destaca a crescente onda de violência política que assola o país, colocando em risco a segurança dos que se aventuram na arena política. Gisela Gaytan, que havia solicitado proteção das autoridades sem receber resposta, apresentou sua estratégia de segurança momentos antes do ataque fatal.

Quem era Bertha Gisela Gaytan?

Gaytan, uma ex-litigante de 38 anos e a única candidata feminina na disputa pela prefeitura de Celaya, uma das cidades mais perigosas do mundo, ilustra a vulnerabilidade enfrentada por políticos em regiões dominadas pelo crime organizado. Guanajuato, palco do atentado, tem registrado altos índices de homicídios e é conhecido pelos confrontos entre gangues rivais.

Qual a extensão da violência eleitoral no México?

Estudos indicam um aumento alarmante na violência política no México. De acordo com a organização de pesquisa Cívica Data, houve um aumento de 236% na violência eleitoral política entre 2018 e 2023. A consultoria de risco político Integralia reportou que 24 candidatos eleitorais foram assassinados de 1º de setembro a 1º de abril, destacando o perigo que assola aqueles que desejam servir ao público.

Como responderá o governo?

No seguimento do assassinato de Gaytan, a ministra da Segurança, Rosa Icela Rodriguez, prometeu justiça e anunciou uma investigação para determinar por que a proteção solicitada pela candidata não foi fornecida. Reconhece-se que o Morena havia solicitado medidas de segurança para todos os seus candidatos desde o início de março junto ao Instituto Nacional Eleitoral (INE) do país, evidenciando falhas no suporte aos candidatos em risco.

    • Guanajuato tem visto um aumento nos homicídios nos últimos anos.
    • A violência tende a ocorrer mais no nível municipal, onde gangues buscam influenciar os resultados eleitorais.
    • Vários políticos e candidatos foram mortos antes das eleições de meio de mandato em 2021.
    • As promessas governamentais de justiça são testadas à medida que a nação se prepara para mais eleições.

A morte de Gaytan não é um fato isolado, mas um sintoma de uma crise mais ampla que desafia tanto o governo quanto a sociedade mexicana. À medida que o México se aproxima de eleições futuras, o assassinato de Gaytan reflete o clima de medo e incerteza que permeia o campo político, levantando questões urgentes sobre a capacidade do estado de proteger seus cidadãos e garantir um processo eleitoral seguro e justo. A esperança persiste de que a justiça prevaleça, não apenas para Gisela Gaytan, mas para todos aqueles que arriscam suas vidas pelo direito de participar da política em seu país.

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