Trump diz ter declaração do Irã de que “não terão armas nucleares” por mais de 20 anos
"Temos uma declaração, uma declaração muito forte, de que eles não terão armas nucleares por mais de 20 anos", afirmou o presidente dos EUA
O presidente americano, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira, 16, que o Irã concordou em não desenvolver ou possuir armas nucleares por mais de 20 anos.
“Temos uma declaração, uma declaração muito forte, de que eles não terão armas nucleares por mais de 20 anos”, disse ele a repórteres nos jardins da Casa Branca.
Trump também afirmou que as partes estão “próximas” de um acordo de paz e que o regime iraniano teria concordado em “nos devolver o ‘pó’ nuclear”, em referência ao urânio.
EUA e Irã estão sob um cessar-fogo de duas semanas, mas ainda não há um acordo de paz definitivo entre os dois países.
Até o momento, o Irã não confirmou a declaração de Donald Trump.
Líbano e Israel
Mais cedo, Trump anunciou que Israel e o Líbano chegaram a um acordo de cessar-fogo de 10 dias a partir desta quinta-feira, 16, em uma tentativa de conter a escalada de tensão na fronteira.
“Acabei de ter excelentes conversas com o altamente respeitado presidente Joseph Aoun, do Líbano, e com o primeiro-ministro Bibi Netanyahu, de Israel. Esses dois líderes concordaram que, para alcançar a PAZ entre seus países, iniciarão formalmente um CESSAR-FOGO de 10 dias às 17h (horário da costa leste dos EUA). Na terça-feira, os dois países se encontraram pela primeira vez em 34 anos aqui em Washington, D.C., com nosso excelente Secretário de Estado, Marco Rubio. Instruí o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Rubio, juntamente com o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Razin’ Caine, a trabalharem com Israel e o Líbano para alcançar uma PAZ duradoura. Foi uma honra para mim resolver 9 guerras ao redor do mundo, e esta será a décima, então vamos CONSEGUIR!”, escreveu Trump na Truth Social.
O deputado do Hezbollah, Hussein Hajj Hassan, classificou a decisão do governo libanês de avançar para negociações diretas com Israel como um “grave erro”.
“Negociações diretas com o inimigo são um grave pecado e um grave erro… e não servem a nenhum interesse do país “, disse ele à AFP.
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Comentários (1)
Dá pra confiar nos aiatolás? Aqueles q assassinaram o próprio povo?