Trump apresenta a líderes árabes plano de paz para Gaza
"Acredito que isso atende às preocupações israelenses, bem como às preocupações de todos os vizinhos da região", disse o enviado especial dos EUA, Steve Witkoff
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou a líderes árabes um plano de paz de 21 pontos para a Faixa de Gaza.
A informação foi confirmada pelo enviado especial dos EUA, Steve Witkoff.
“Tivemos uma sessão muito produtiva. Apresentamos o que chamamos de plano de 21 pontos de Trump para a paz no Oriente Médio, em Gaza”, disse Witkoff na quarta-feira, 24.
“Acredito que isso atende às preocupações israelenses, bem como às preocupações de todos os vizinhos da região”, acrescentou.
“Estamos esperançosos, e posso até dizer confiantes, de que nos próximos dias poderemos anunciar algum tipo de avanço”, continuou.
Segundo a CNN, o plano proposto por Trump inclui uma série de pontos que o governo tornou públicos, como a libertação de todos os reféns e um cessar-fogo permanente.
O plano também estipulou uma estrutura para que Gaza possa ser governada sem o Hamas, além de incluir uma proposta para que Israel se retire gradualmente da Faixa de Gaza.
Trump teria dito aos líderes árabes que o próximo passo é discutir o plano com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, para garantir seu apoio, segundo o site Axios.
Estado palestino
Durante discurso na Assembleia-Geral da ONU na terça-feira, 23, Trump afirmou que o reconhecimento de um Estado palestino, como fizeram França, Reino Unido, Canadá, Austrália e Portugal, seria uma recompensa para o Hamas.
“Agora, como forma como se para encorajar conflito contínuo, alguns deste órgão querem reconhecer unilateralmente um Estado palestino. Recompensa seria muito grande para os terroristas do Hamas. Isso seria uma recompensa por suas horríveis atrocidades”, disse.
A caminho de Nova York para discursar na Assembleia-Geral da ONU, Netanyahu prometeu nesta quinta-feira, 25, “denunciar” os líderes dos países ocidentais que reconheceram um estado palestino independente.
“Denunciarei os líderes que, em vez de denunciar os assassinos, estupradores e queimadores de crianças, querem dar a eles um Estado no coração da Terra de Israel. Isso não vai acontecer”, disse.
Leia também: “Esse é o momento para a Ucrânia agir”, diz Trump
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (5)
F-35- Hellfire
25.09.2025 21:48Para alcançar a paz na região é primordial a eliminação do regime dos assassinos corruptos e sanguinários do Irã, começando pelo ayatolah Ali Kameney, antes disso, impossível!
F-35- Hellfire
25.09.2025 21:48Para alcançar a paz na região é primordial a eliminação do regime dos assassinos corruptos e sanguinários do Irã, começando pelo ayatolah Ali Kameney, antes disso, impossível!
ALDO FERREIRA DE MORAES ARAUJO
25.09.2025 18:14Se a criação de um estado palestino tivesse sido implementado a 25 ou 30 anos atrás, grupos como o Hamas não se estabeleciriam, mas a verdade é que Israel NUNCA pensou em desocupar a Cisjordânia, onde instalou seu primeiro assentamento já em 1968. E já que era esse o objetivo, tiveram mais de 10 anos para transferir a população local para o Sinai. Estariam todos no Egito quando da devolução daquele território, Nem precisava deslocar todos, uns 75 a 80% já resolveria.
DANILLO LEITE HENRIQUE
25.09.2025 11:50Fakestine não existirá.
Prado Júnior
25.09.2025 11:17Não deverá vir de Trump um plano de paz diga-os assim, balanceado. O vídeo abaixo explica, dentre outras coisas, a relação perniciosa entre EUA e Israel . John Mearsheimer: The Palestinian Genocide and How the West Has Been Dec... https://youtu.be/2VXbY4V7LCk?si=DuKK6zOUo8nupBJZ