Sistema de permissões transformará o turismo nos Parques Nacionais
Os interessados devem se adaptar aos novos termos, pois permissões antigas não serão prorrogadas automaticamente
A Administração de Parques Nacionais (APN) da Argentina lançou um novo sistema de permissões turísticas. O objetivo é simplificar e digitalizar o processo, tornando-o mais eficiente e transparente para visitantes e prestadores de serviço.
Quais são os objetivos da Resolução 62/2025 para parques nacionais
A principal meta desta reforma é organizar normas publicadas ao longo das últimas décadas e facilitar o contato entre o Estado, operadores turísticos e visitantes. A Resolução padroniza procedimentos, mantendo as exigências de proteção ambiental e segurança.
Por meio de três anexos técnicos, são orientadas as atividades, infraestrutura e diretrizes de conservação ambiental, assegurando práticas adequadas dentro dos parques. Essas medidas também contribuem para uma melhor gestão do patrimônio natural.

Que mudanças traz a digitalização e a aplicação dos novos anexos técnicos
Com a digitalização, todos os pedidos de permissões agora são feitos pela plataforma TAD, o que torna os processos mais ágeis. Além disso, as decisões foram descentralizadas, permitindo que intendentes de cada parque assumam maior protagonismo.
Os interessados devem se adaptar aos novos termos, pois permissões antigas não serão prorrogadas automaticamente. A seguir, veja exemplos de parques nacionais já incluídos neste novo modelo de gestão:
- Parque Nacional Campos del Tuyú (General Lavalle)
- Parque Nacional Ciervo de los Pantanos (Campana)
- Parque Nacional Chaco (Capitán Solari)
- Parque Nacional El Impenetrable (Miraflores)
- Parque Nacional Los Alerces (Esquel)
A reorganização amplia acesso e favorece a conservação sustentável
Essa renovação do sistema busca melhorar a administração dos 39 parques nacionais. O uso responsável e consciente é incentivado, visando facilitar o turismo, mas sempre garantindo a proteção do patrimônio natural e cultural.
Com processos menos burocráticos e um acesso mais organizado, espera-se um aumento no fluxo turístico e uma conservação ainda mais eficaz desses importantes ecossistemas para as próximas gerações.
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