Lavrov critica políticos europeus e elogia governo de Trump
"Vemos que nos Estados Unidos — diferentemente da Europa, que, aqui incluo a Grã-Bretanha, ignora completamente as causas da situação atual — há um desejo de abordar o cerne do problema", disse Lavrov
O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, criticou duramente a política da Europa no contexto de uma reaproximação entre o Kremlin e o novo governo dos EUA.
Políticos como a ministra interina das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, a diplomata-chefe da UE, Kaja Kallas, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, mostraram o quão “profundamente a UE caiu e se degradou”, disse Lavrov, de acordo com agências de notícias russas.
Os políticos citados como exemplos, segundo Lavrov, não pensam em seus eleitores. “Eles colocaram o desejo de punir a Rússia acima do bem-estar de seus próprios cidadãos”, disse o ministro russo, em uma reunião de ministros das Relações Exteriores da Comunidade de Estados Independentes em Almaty, Cazaquistão.
O governo dos EUA sob o presidente Donald Trump, por outro lado, teria se saído melhor. Os contatos com o lado americano teriam mostrado que há um entendimento fundamental da necessidade de diálogo, mantendo os interesses nacionais de ambos os lados:
“Vemos que nos Estados Unidos — diferentemente da Europa, que, aqui incluo a Grã-Bretanha, ignora completamente as causas da situação atual — há um desejo de abordar o cerne do problema”, disse Lavrov.
UE promete mais ajuda militar que em 2024
De acordo com a chefe de política externa da UE, Kaja Kallas, os países europeus estão prometendo mais ajuda militar à Ucrânia este ano do que em 2024.
A ex-primeira-ministra estoniana disse que o total neste ano seria superior a 23 bilhões de euros.
Grã-Bretanha pode estacionar tropas na Ucrânia
A Grã-Bretanha está considerando enviar tropas para a Ucrânia por cinco anos. Foi o que o Telegraph escreveu na sexta-feira, 11 de abril. citando fontes internas.
Esta é uma das várias opções disponíveis. Uma força liderada pela Europa poderia impedir a Rússia de violar seus acordos e dar aos ucranianos a paz necessária, diz o relatório.
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