HMS Prince of Wales se prepara para o Falcon Strike, maior exercício aéreo naval da OTAN
O navio britânico leva a maior frota de F-35B já embarcada e fortalece a cooperação entre aliados no Mediterrâneo
O HMS Prince of Wales, um dos porta-aviões mais modernos da Marinha Real Britânica, tem sido peça-chave em várias operações no Indo-Pacífico nos últimos meses. Este destacamento serviu para fortalecer a cooperação internacional e demonstrar o poderio marítimo do Reino Unido. Agora, o navio se prepara para um novo desafio no exercício aeronaval Falcon Strike, no Mar Mediterrâneo, onde terá a oportunidade de operar com a maior quantidade de caças F-35B já embarcada em um navio da classe Queen Elizabeth.
O que caracteriza a participação britânica no exercício Falcon Strike?
O evento contará com a colaboração do Esquadrão Aeronaval 809 da Royal Navy e do Esquadrão 617 da Royal Air Force, conhecidos como “The Dambusters”. Juntos, estes esquadrões podem reunir até 24 aeronaves furtivas, aumentando expressivamente a capacidade operacional do Grupo de Ataque liderado pelo HMS Prince of Wales.
A atuação conjunta com as forças italianas permitirá a realização de grandes exercícios aéreos e marítimos no âmbito da OTAN, facilitando o compartilhamento de conhecimento tático e estratégias entre as nações aliadas envolvidas.

Por que o exercício Falcon Strike é importante para o Reino Unido e a OTAN?
O Falcon Strike é uma oportunidade vital para o Reino Unido reafirmar seu comprometimento com a OTAN e demonstrar sua capacidade de resposta a situações de alta demanda operacional. Sob comando do Comodoro James Blackmore, o Grupo de Ataque de Porta-Aviões britânico busca evidenciar sua sofisticada capacidade de combate.
Neste contexto de integração, destacam-se avanços em interoperabilidade e coesão, graças ao uso de aeronaves de quinta geração e operações conjuntas com forças dos Estados Unidos, Grécia e Itália.
Como a colaboração internacional fortalece a segurança regional?
A chegada do navio italiano ITS Luigi Rizzo, classe Carlo Bergamini (FREMM), ao Grupo de Ataque liderado pelo HMS Prince of Wales reforça a parceria entre as marinhas europeias aliadas. Esta estratégia ganha relevância após o ingresso pelo Canal de Suez.
Vale ressaltar algumas formas como essa cooperação contribui para a estabilidade na região mediterrânea:
- Fortalecimento de alianças políticas e militares.
- Manutenção e segurança das rotas marítimas estratégicas.
- Aprimoramento do treinamento conjunto e da interoperabilidade.
- Resposta eficiente a desafios contemporâneos de segurança.
Jets, jets and more jets… 🇬🇧⚡️
— Royal Navy (@RoyalNavy) November 6, 2025
The largest number of UK F-35B Lightning jets ever assembled on either of the #RoyalNavy’s new aircraft carriers has been deployed to the Mediterranean for a major allied exercise with @HMSPWLS.#CSG25
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Quais são os principais marcos e conquistas do HMS Prince of Wales?
Durante o atual destacamento, o HMS Prince of Wales percorreu mais de 26 mil milhas náuticas, atuando em coordenação com forças de 40 países para reforçar posições estratégicas no cenário geopolítico.
Recentemente, com Ben Power assumindo como comandante do navio, as capacidades do porta-aviões continuam evoluindo, especialmente após escalas em Souda e homenagens aos caídos da Commonwealth, ilustrando o respeito à história compartilhada entre aliados.
Como a participação do HMS Prince of Wales reforça a posição do Reino Unido na OTAN?
O notável empenho do HMS Prince of Wales, inclusive em exercícios de guerra antissubmarino com a Marinha Helênica e cerimônias em território grego, evidencia a multidimensionalidade da colaboração internacional e o pilar que o Reino Unido representa na OTAN.
A cada missão, o navio não apenas demonstra o poder militar britânico, mas também destaca a resiliência e o espírito colaborativo necessários para enfrentar os desafios globais da atualidade.
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