Hamas cometeu crimes sexuais em série no 7 de outubro, diz relatório
Documento de 118 páginas detalha estupros, mutilações e uso de violência sexual como tática de guerra
O relatório The Dinah Project documentou, com base em evidências visuais, testemunhos e laudos médicos o uso sistemático de violência sexual por membros do grupo Hamas durante os ataques terroristas a Israel em 7 de outubro de 2023.
A investigação foi conduzida por um comitê internacional de especialistas em crimes de guerra e violência, liderado pela advogada sul-africana Navi Pillay, ex-alta comissária da ONU para direitos humanos.
Segundo o documento, que tem 118 páginas, há evidências “claras e convincentes” de que estupros, mutilações genitais e atos de crueldade extrema foram empregados de forma deliberada.
Os peritos analisaram mais de 1.500 horas de vídeos, incluindo filmagens feitas pelos próprios terroristas com câmeras corporais, além de autópsias, relatos de sobreviventes e testemunhos de socorristas e militares israelenses.
O comitê conclui que o Hamas empregou a violência sexual como instrumento de dominação e terror, com características típicas de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.
Foram identificados múltiplos casos em que mulheres foram encontradas nuas, com sinais de estupro e genitálias mutiladas.
Em um dos casos, uma vítima foi assassinada e teve seu corpo profanado diante de civis, incluindo crianças.
O relatório também expõe a negligência de organismos internacionais.
Segundo os autores, entidades como a ONU e organizações de direitos humanos falharam em reconhecer e denunciar prontamente os abusos sexuais cometidos pelos terroristas. “A ausência de condenação imediata incentivou a negação, a distorção e o silenciamento das vítimas”, diz o texto.
Além de apresentar os fatos, o comitê recomenda medidas de responsabilização criminal.
O relatório pede que a Corte Penal Internacional investigue os ataques sob a perspectiva de crimes sexuais e insta governos democráticos a classificarem o Hamas como organização terrorista responsável por crimes de guerra.
O documento recebeu o nome The Dinah Project em referência à personagem bíblica Diná, filha de Jacó, violentada por membros de outra tribo.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (5)
JUAREZ BORGES
08.07.2025 18:16E tem sujeito q defende esses terroristas.
Ita
08.07.2025 15:15Não só a petezada, também o governo Lula e, de modo geral, a imprensa ocidental e em particular a nossa imprensa, claro, com raras exceções.
Joaquim
08.07.2025 09:10E agora petezada?
Marcia Elizabeth Brunetti
08.07.2025 08:59Por isso os militantes do amor apoiam o Hamas! O sexo é um direito de todos.
Marian
08.07.2025 08:14São terroristas.