G7: Trump rejeitará declaração conjunta acerca do conflito entre Israel e Irã?
A Casa Branca afirmou que "sob a forte liderança do presidente Trump, os Estados Unidos estão novamente à frente dos esforços para restaurar a paz mundial"
Fontes da emissora CNN revelaram que – no contexto do início da cúpula das sete maiores economias do mundo – Trump não pretende assinar uma declaração conjunta que visa a redução das tensões entre Israel e Irã.
Em declarações à imprensa, uma autoridade da Casa Branca afirmou que “sob a forte liderança do presidente Trump, os Estados Unidos estão novamente à frente dos esforços para restaurar a paz mundial”, ressaltando o compromisso de evitar que o Irã adquira armamento nuclear.
Por sua vez, o Irã solicitou apoio de países como Catar, Arábia Saudita e Omã para pressionar Trump a usar sua influência sobre Israel em favor de um cessar-fogo.
Em troca, Teerã estaria disposto a mostrar maior flexibilidade nas negociações sobre seu programa nuclear.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, afirmou nas redes sociais que um telefonema de Washington poderia ser suficiente para conter as ações militares israelenses.
USS Nimitz
Enquanto isso, os Estados Unidos intensificaram sua presença militar na região ao enviar o porta-aviões USS Nimitz para o Oriente Médio, na última segunda-feira, 16 de junho.
A movimentação foi confirmada por informações do site Marine Traffic, que rastreia embarcações militares globalmente.
A embarcação, que opera com propulsão nuclear, estava anteriormente no Mar do Sul da China e alterou seu curso rumo ao Oriente Médio, descartando uma parada programada no Vietnã.
Em um movimento complementar, mais de 30 aeronaves-tanque da Força Aérea dos EUA decolaram de bases americanas, seguindo em direção leste pelo Atlântico.
Com a chegada do USS Nimitz, o número de porta-aviões norte-americanos na região passa a ser dois; o USS Harry S. Truman está presente no Oriente Médio desde maio deste ano.
De acordo com fontes oficiais dos EUA, as movimentações são rotineiras ou vinculadas a exercícios da Otan na Europa.
O Departamento de Estado reforçou que não há envolvimento direto do país em ataques aéreos israelenses contra o Irã e destacou que o apoio americano a Israel é limitado a medidas defensivas.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)