EUA incluem Cuba na lista de países que não cooperam contra o terrorismo
Departamento de Estado americano destacou que a ditadura cubana não cooperou no combate ao terrorismo no último ano
Os Estados Unidos incluíram Cuba na lista de países que não cooperam plenamente no combate ao terrorismo nesta terça, 13.
Segundo o porta-voz do Departamento de Estado, Tammy Bruce, “em 2024, o regime cubano não cooperou plenamente com os Estados Unidos em matéria antiterrorista”.
“Havia pelo menos 11 fugitivos da justiça americana em Cuba, incluindo vários que enfrentavam acusações relacionadas ao terrorismo, e o regime cubano deixou claro que não estava disposto a negociar o seu retorno para que comparecessem diante da justiça”, acrescentou.
A inclusão da ditadura de Miguel Díaz-Canel na lista americana representa a proibição de venda ou concessão de artigos e serviços de defesa para Cuba.
Outros países, entre os quais as ditaduras da Venezuela, Coreia do Norte e Irã, permanecem no grupo.
Logo após tomar posse como secretário de Estado, Marco Rubio, que é filho de cubanos, criticou os regimes totalitários da América Latina.
“Esses três regimes que existem em Nicarágua, Venezuela e Cuba são inimigos da humanidade que criaram uma crise migratória“, publicou o perfil do Departamento de Estado no X.
Além disso, o governo Trump endureceu as ações contra a ditadura cubana.
Filho de cubanos
Rubio é filho de imigrantes cubanos que deixaram a ilha em busca de condições melhores.
No Senado, o republicano sempre atuou em defesa da liberdade dos países administrados por regimes autoritários na América Latina.
Em sua audiência de confirmação no senado, Rubio disse que a ditadura de Nicolás Maduro era uma organização de narcotráfico.
“Lamentavelmente, Venezuela não é governada por um governo, mas por uma organização de narcotráfico que se empoderou como um Estado nacional”, afirmou.
Um dia após tomar posse como secretário de Estado dos Estados Unidos, Rubio se reuniu com o presidente eleito da Venezuela, Edmundo González Urrutia, e a líder da oposição, María Corina Machado, por meio videoconferência.
Uma clara demonstração de apoio aos venezuelanos que lutam por liberdade no país.
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