Esquerda e extrema esquerda se unem contra Macron e Le Pen Esquerda e extrema esquerda se unem contra Macron e Le Pen
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Esquerda e extrema esquerda se unem contra Macron e Le Pen

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3 minutos de leitura 11.06.2024 09:00 comentários
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Esquerda e extrema esquerda se unem contra Macron e Le Pen

Após discussões ao longo da segunda-feira, 10 de junho, as forças de esquerda na França chegaram a um acordo para apresentar candidatos únicos em cada círculo eleitoral no primeiro turno das eleições legislativas.

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Esquerda e extrema esquerda se unem contra Macron e Le Pen
Reprodução/X

“O Nupes morreu, viva a nova frente popular”. Esta foi a mensagem de unidade enviada pelos partidos de esquerda quarenta e oito horas após a dissolução da Assembleia Nacional por Emmanuel Macron. Objetivo da frente popular: “Construir uma alternativa a Emmanuel Macron e combater o projeto racista da extrema direita”.

Após discussões ao longo da segunda-feira, 10 de junho, as forças de esquerda na França chegaram a um acordo para apresentar candidatos únicos em cada círculo eleitoral na primeira volta das eleições legislativas.

A união das quatro forças de esquerda (socialistas, insubmissos, comunistas e ecologistas) em uma “frente popular” para as eleições legislativas antecipadas de 30 de junho e 7 de julho foi considerada a única solução para evitar que o partido de Le Pen, Rassemblement Nationale (RN) obtenha a maioria absoluta e, portanto, consolide um governo no início de julho.

Nada indicava que a esquerda conseguiria esse acordo tão rapidamente. Depois de uma violenta campanha entre socialistas e os insubmissos (LFI), a hipótese de um acordo incluindo os dois grupos não era óbvia. Mas o receio de verem Jordan Bardella (RN) como novo primeiro- ministro falou mais alto que as suas divergências.

O vice-presidente do Rassemblement Nacional (RN), Sébastien Chenu, por sua vez, criticou o acordo entre os principais partidos de esquerda (LFI, PS, PCF e Ecologistas): “É o acordo da vergonha. Este é o acordo que quer nos fazer esquecer o antissemitismo da France insoumise. A extrema esquerda domina a esquerda, Jean-Luc Mélenchon domina.”

O atual primeiro-ministro falou pela primeira vez desde a derrota macronista nas eleições europeias e da subsequente dissolução da Assembleia e criticou o acordo selado na noite de segunda-feira, 10 de junho, entre as esquerdas, denunciando a inclusão do partido de extrema esquerda, La France Insoumis (LFI) como “vergonhoso.”

O chefe do Governo, em seu rápido pronunciamento, disse acreditar que a votação marcada para daqui a três semanas permitirá aos franceses fazer “uma escolha social”. “A escolha entre quem respeita as regras e as pessoas; entre aqueles que obtiveram resultados econômicos sem precedentes e o caos financeiro e social”, afirmou Attal, atacando também o Rassemblement Nacional (RN), grande favorito nas eleições: “Estamos comprometidos porque sabemos que com o RN o remédio seria pior que a doença.

Leia mais: Em que consiste a dissolução decidida por Macron?

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Comentários (1)

Marcia Elizabeth Brunetti

2024-06-11 09:09:37

A Esquerda como tem se apresentado não está valendo nada que avance em termos de desenvolvimento de um país. Não sei como está na França, mas parece que as coisas caminham para o radicalismo, o que sugere extremismos, que é nada bom.


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