Deputada muçulmana insulta apoiadores de Kirk e EUA; Trump reage
A deputada de extrema-esquerda Ilhan Omar nasceu na Somália e é acusada de fraudar os próprios documentos de imigração
A deputada Ilhan Omar, muçulmana de extrema-esquerda eleita por Minnesota, voltou a provocar polêmica em Washington.
Nascida na Somália, ela já declarou considerar seu país natal melhor que os Estados Unidos. Em evento nesta semana, disse que os apoiadores do ativista conservador Charlie Kirk, assassinado em setembro, são “cheios de merda” e chamou Kirk de “um homem odioso”.
O presidente Donald Trump reagiu no mesmo dia. Em coletiva na Casa Branca, disse que Omar é “nojenta” e “perdedora”.
Em suas redes sociais, descreveu a Somália como um estado falido, sem governo central capaz de garantir serviços básicos.
O país sofre com fome, terrorismo, pirataria, corrupção e décadas de guerra civil.
Trump também voltou a acusar Omar de ter fraudado documentos de imigração ao se casar com o próprio irmão para obter cidadania.
Omar respondeu atacando a republicana Nancy Mace, autora de uma resolução de censura contra ela.
A deputada disse que Mace sofre “colapso mental” e representa uma “emergência” que deve ser contida “antes que machuque a si mesma ou a um de nós”. A Câmara rejeitou a censura por 214 a 213 votos, resultado que manteve Omar em seus comitês.
O caso avançou com uma queixa formal no Comitê de Ética apresentada pelo republicano Mike Flood.
O documento lista 18 episódios envolvendo a parlamentar, entre eles as falas sobre Kirk e a organização de oficinas para imigrantes ilegais. O comitê vai decidir se abre investigação.
Omar chegou aos Estados Unidos como refugiada durante a guerra civil somali e se naturalizou em 2000.
Para críticos, seu discurso confirma falhas na imigração em massa promovida dos últimos anos.
Republicanos citam a Europa como exemplo do fracasso da engenharia social promovida pela elites ocidentais, lembrando que líderes como Angela Merkel e David Cameron já reconheceram em público que o modelo não funcionou.
Aliados de Omar dizem que ela é vítima de perseguição política e que suas falas foram distorcidas. O episódio mostra como imigração, identidade religiosa e polarização seguem no centro da política americana.
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Comentários (2)
Annie
19.09.2025 11:17Essa Senhora deveria voltar ao país de origem.
Luiz Filho
19.09.2025 09:08No dia que o ocidente perceber que o islamismo tem um único objetivo que é eliminar o cristianismo e todas as outras religiões “infiéis” será tarde demais