Crusoé: Democratas “estão colocando em risco nossa segurança”, diz Rubio sobre paralisação
Secretário de Estado afirma que 'shutdown' mina a posição dos EUA no cenário mundial
O secretário de Estado americano, Marco Rubio (foto), afirmou que os votos dos democratas foram decisivos para a paralisação do governo dos EUA.
O Senado rejeitou nesta quarta, 1º, um novo projeto apresentado pelo Partido Republicano para estender o financiamento do governo e encerrar o chamado “shutdown”, que teve início à meia-noite.
Segundo Rubio, a paralisação está “minando” a posição dos EUA no cenário mundial e representa uma ameaça à segurança nacional.
“Os democratas do Congresso decidiram paralisar o governo. Suas ações partidárias estão minando a posição dos Estados Unidos no cenário mundial e colocando em risco nossa segurança nacional”, escreveu no X.
Novo impasse
Sem a aprovação, mais de 750 mil servidores permanecem temporariamente sem salário e alguns serviços federais seguem suspensos.
Os republicanos contam com maioria no Senado, com 53 cadeiras de 100. No entanto, são necessários 60 votos para aprovar o financiamento.
O novo texto teve 55 votos favoráveis e 45 contrários, o mesmo placar da noite anterior.
“Eles achavam que iriam nos superar sem um mínimo de conversa. Vamos nos sentar e tentar chegar a um acordo que proteja o povo americano”, disse o líder democrata no Senado, Chuck Schumer.
Paralisação
Os democratas se negaram a aprovar a extensão do financiamento do Partido Republicano até que eles concordem com as concessões na política de saúde.
Eles exigem a prorrogação do Affordable Care Act (ACA) e a reversão de cortes no Medicaid que foram implementados por legislação republicana anterior.
Os republicanos dizem que estão dispostos a negociar a principal demanda dos democratas, uma extensão dos subsídios do Affordable Care Act, implementados durante a pandemia do coronavírus.
Além disso, eles defendem que a saúde e o financiamento federal sejam tratados separadamente. O partido de Donald Trump acusa os democratas de usar o orçamento como moeda de troca para atender demandas próprias antes das eleições legislativas de 2026, que definirão o controle do Congresso.
Na segunda, 29, as lideranças…
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