“A guerra acabou”, diz Trump em Israel
Libertação de todos os reféns vivos é confirmada por Exército de Israel e Cruz Vermelha
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que “a guerra acabou” ao chegar a Israel nesta segunda, 13, para celebrar a libertação de todos os 20 reféns israelenses ainda vivos em Gaza.
Segundo o Exército de Israel, os grupos foram entregues ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha e passaram a custódia israelense no sul do país, com exames e identificação antes dos reencontros com as famílias.
Israel confirmou que Trump vai fazer um discurso no plenário do parlamento e vai se reunir com familiares dos libertados.
A câmara israelense informou que o convite foi feito pelo presidente da casa. Nas ruas de Tel Aviv, a Praça dos Reféns registrou celebrações desde o início da manhã, com famílias e voluntários aguardando as confirmações oficiais.
A Cruz Vermelha informou que conduziu as transferências em coordenação com as forças de segurança de Israel e que os procedimentos seguiram padrões de proteção a pessoas vulneráveis.
O Fórum de Famílias de Reféns relatou ligações por vídeo e primeiros abraços em centros de recepção no sul do país.
Trump disse a repórteres que recebeu garantias de Israel, do Hamas e de países da região sobre o cumprimento de todas as etapas do acordo.
Em Jerusalém, a segurança foi reforçada para a chegada do presidente americano e para o discurso no parlamento.
O governo israelense comunicou que, além da volta dos sobreviventes, trabalha para receber os corpos de reféns mortos em cativeiro.
O serviço penitenciário iniciou a libertação de detentos palestinos prevista no entendimento, com validação de identidade em cada unidade. O Ministério da Defesa disse que as passagens para ajuda humanitária permanecem abertas durante o período de calma.
A presidência de Israel afirmou que, após a passagem por Jerusalém, Trump segue para o Egito a fim de participar de cúpula com líderes estrangeiros sobre a consolidação do plano de paz.
Em Tel Aviv e no sul do país, as comemorações seguiram com a confirmação oficial de que não há mais reféns vivos sob poder do Hamas.
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