iPhone 17: importar dos EUA pode gerar economia de até R$ 4.700
Tributação e limite da Receita reduzem vantagem; compra local garante suporte e parcelamento
O iPhone 17 começou a ser vendido no Brasil na sexta, 19, com preços entre R$ 7.999 e R$ 18.499.
Nos Estados Unidos, a mesma linha varia de US$ 799 a US$ 1.199, o que representa até 85% de diferença em relação ao mercado brasileiro.
A disparidade coloca o país entre os mais caros do mundo, atrás apenas da Turquia.
Para quem cogita importar, a Receita Federal mantém cota de isenção de US$ 1.000 em produtos trazidos na bagagem.
Acima desse valor, incide tributação de 50% sobre o excedente, além de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 3,5% nas compras internacionais.
Isso significa que modelos Pro e Pro Max, que custam acima de US$ 1.000, tendem a ser taxados, reduzindo a margem de economia.
A vantagem é maior em compras dentro da cota de importação.
O iPhone 17 de 256 GB sai por US$ 799 nos Estados Unidos, contra R$ 7.999 no Brasil, diferença de cerca de R$ 3.200.
Já os modelos Pro podem render até R$ 4.700 de economia no momento da compra no exterior, mas a importação, porém, envolve custos extras, que vão além dos impostos.
Passagem aérea e hospedagem podem elevar a despesa em mais de R$ 4.000, anulando o eventual benefício da compra, caso a viagem seja feita apenas para adquirir o aparelho.
Por isso, a prática se mostra vantajosa principalmente para quem já tem deslocamento previsto e pretende trazer um único dispositivo para uso pessoal.
No Brasil, a compra local oferece contrapartidas.
Além da garantia nacional e do suporte técnico autorizado, há facilidades de pagamento que não existem na importação
A Apple Store concede 10% de desconto à vista e parcelamento em até 12 vezes sem juros.
Programas como o iPhone pra Sempre, do Itaú, permitem pagar 70% do valor em 21 parcelas, com opção de troca ao final.
Operadoras como TIM e Claro também oferecem descontos vinculados a planos de serviço.
A decisão, portanto, depende do perfil de cada consumidor.
Para quem já viaja ao exterior, a importação pode render economia relevante dentro da cota legal.
Para a maioria, a compra no Brasil continua mais segura, especialmente por incluir assistência técnica, financiamento estendido e benefícios adicionais oferecidos por bancos e operadoras.
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