Bancos começam a adotar um novo sistema moderno que promete substituir a senha dos cartões
Nova tecnologia promete acabar com senhas de cartões
A senha dos cartões está com os dias contados? Ainda não, mas bancos e empresas de pagamento já avançam em cartões com impressão digital e sistemas sem senha. A mudança promete compras mais rápidas, mas deve acontecer aos poucos.
Como funciona o novo sistema dos cartões?
O sistema mais comentado é o cartão biométrico, que traz um sensor de impressão digital no próprio cartão. Em vez de digitar a senha, o cliente encosta o dedo no sensor para confirmar a compra.
A ideia é simples: o cartão reconhece a digital cadastrada e libera a transação. Isso não significa que todos os bancos já vão abandonar a senha agora, mas mostra uma mudança clara no jeito de validar pagamentos presenciais.

Por que a senha dos cartões pode perder espaço?
A senha de quatro ou seis dígitos ainda é comum, mas pode ser esquecida, observada por terceiros ou usada em golpes quando o cartão cai nas mãos erradas. A biometria, que usa uma característica física da pessoa, tenta reduzir esse risco.
Os principais pontos da mudança são:
Esse sistema já acaba com a senha?
Não de uma vez. A passkey, forma de acesso sem senha liberada por biometria, PIN do aparelho ou padrão de desbloqueio, também cresce nos pagamentos online, mas a adoção depende de banco, bandeira, loja e aparelho compatível.
Para o cliente, vale separar os cenários:
- Em compras presenciais, o destaque é o cartão com sensor de digital;
- Em compras online, crescem as passkeys e confirmações pelo aparelho;
- Em caixas eletrônicos, alguns bancos já usam biometria há anos;
- Em caso de falha, a senha pode continuar como alternativa;
- A troca total depende da oferta do banco e aceitação do mercado.
A melhor leitura é que a senha dos cartões começa a dividir espaço com formas mais modernas de confirmação, mas ainda não desaparece da rotina de todos os clientes.
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Quais cuidados o cliente deve ter?
A biometria pode facilitar a vida, mas não elimina todos os riscos. Ela envolve dados pessoais delicados, e a LGPD trata dado biométrico ligado a uma pessoa como informação sensível, então o cliente deve observar como o banco cadastra, protege e usa esses dados.
A diferença entre os métodos ajuda a entender o que muda:
| Método | Como confirma | Uso |
|---|---|---|
| Senha do cartão Código numérico | O cliente digita a senha na maquininha ou no aplicativo. | Atual |
| Cartão biométrico Digital no cartão | O sensor compara a digital cadastrada antes de liberar a compra. | Em avanço |
| Passkey Acesso sem senha | O aparelho libera o pagamento com digital, rosto, PIN ou padrão. | Online |
| Biometria bancária Agências e canais digitais | O banco reconhece características físicas, como digital, rosto ou íris. | Variável |
O que muda para quem usa cartão?
Para o usuário comum, a mudança deve aparecer primeiro como opção: cartão novo, recurso extra no aplicativo ou validação por biometria em compras digitais. A biometria bancária já usa características físicas para reconhecer a pessoa, mas cada banco define seus canais e regras.
O resumo é direto: a tecnologia promete reduzir a dependência da senha, mas não autoriza descuido. O cliente deve ativar alertas, acompanhar compras, proteger o celular e aceitar a biometria apenas por canais oficiais do banco.
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