Os treinadores que causaram confusão durante as lutas de seus atletas
Conheça os treinadores que se envolveram em confusões durante lutas do UFC e viraram protagonistas fora do cage.
No MMA, o treinador é parte fundamental da estratégia e do emocional do lutador. Mas em alguns casos, essa figura que deveria manter a calma acaba sendo protagonista de cenas polêmicas durante os combates — dentro ou fora do octógono.
Seja por interferência verbal excessiva, invasão do cage, brigas com árbitros ou provocações, esses episódios fogem do padrão esperado e muitas vezes rendem advertências e até punições. A seguir, relembre os treinadores que causaram confusão em pleno evento do UFC.
Jason Parillo e a discussão com árbitro no UFC 222
Durante a luta entre Cris Cyborg e Yana Kunitskaya, Jason Parillo, treinador da brasileira, se exaltou com a arbitragem após o primeiro round. Inconformado com a atuação da adversária, começou a gritar com os oficiais.
A intervenção rendeu um aviso da comissão atlética. Embora não tenha interferido no resultado, o comportamento chamou atenção pelo tom agressivo e fora do padrão esperado de um córner.
Rafael Cordeiro e o empurra-empurra em encarada
Treinador renomado e respeitado, Rafael Cordeiro se envolveu em um momento tenso durante a encarada de um de seus atletas. Após uma provocação do oponente, ele se aproximou de forma ríspida e trocou empurrões com outro membro de equipe.
Seguranças precisaram intervir para evitar que o confronto extrapolasse. Apesar do clima quente, a situação foi contornada antes da luta, mas o momento ficou marcado como um dos mais intensos entre técnicos.

Trevor Wittman e a bronca que viralizou
Durante uma das lutas de Justin Gaethje, o treinador Trevor Wittman chamou atenção ao dar uma bronca enérgica no atleta entre os rounds. O tom duro e a linguagem incisiva surpreenderam o público — especialmente pela transmissão aberta dos microfones.
Embora não tenha causado confusão externa, a atitude gerou debate sobre os limites da abordagem verbal de treinadores durante o combate. Muitos elogiaram a franqueza; outros acharam exagerado.
Mike Winkeljohn e a invasão de área médica
Após uma luta que terminou por nocaute técnico, Mike Winkeljohn, treinador de Jon Jones, invadiu a área médica para contestar a interrupção. O gesto foi reprovado pela comissão atlética, que considerou a ação inadequada.
O treinador precisou se explicar e foi advertido formalmente. O episódio reforçou os limites que os profissionais da equipe devem respeitar, mesmo diante de frustrações.
Edmund Tarverdyan e as críticas constantes
Edmund Tarverdyan, conhecido por treinar Ronda Rousey, ficou famoso por suas instruções controversas durante as lutas. Em várias ocasiões, foi acusado de dar comandos ineficazes ou fora de contexto — e de reagir com agressividade ao resultado das lutas.
Após a derrota de Rousey para Holly Holm, seu comportamento no córner foi amplamente criticado. Ele virou alvo de memes e discussões sobre o papel real do treinador na derrota.
Quando o canto vira confusão
Esses episódios mostram que, apesar de não lutarem, os treinadores também carregam a pressão do octógono. Em alguns casos, essa tensão extrapola e transforma o canto da luta em um novo palco de drama.
O MMA exige sangue frio — até de quem está fora do cage. E quando isso falta, o foco sai da luta e se volta para quem deveria apenas orientar.
Os comentários não representam a opinião do site; a responsabilidade pelo conteúdo postado é do autor da mensagem.
Comentários (0)