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Além de atrair milhares de turistas e entusiastas da astronomia, o eclipse também desperta interesse científico por oferecer uma rara oportunidade de observar a coroa solar.
O eclipse solar total de 12 de agosto de 2026 já é considerado um dos eventos astronômicos mais aguardados da década.
Segundo a NASA, a Lua passará exatamente entre a Terra e o Sol, bloqueando completamente a luz solar em uma faixa específica do hemisfério norte e criando o fenômeno conhecido como “escuridão diurna”.
Além de atrair milhares de turistas e entusiastas da astronomia, o eclipse também desperta interesse científico por oferecer uma rara oportunidade de observar a coroa solar, a camada mais externa da atmosfera do Sol, visível apenas durante a fase de totalidade.
Onde o eclipse solar total poderá ser visto?
A sombra da Lua cruzará regiões estratégicas do planeta, proporcionando um espetáculo completo apenas para quem estiver dentro da chamada faixa de totalidade.
Os principais locais são:
- Groenlândia;
- Islândia;
- Espanha;
- Pequena área do noroeste de Portugal;
- Regiões do Ártico, Atlântico Norte e parte da Rússia/Sibéria.
Já o eclipse parcial poderá ser observado em diversas áreas da Europa, norte da África, América do Norte e regiões do Atlântico e do Ártico.
Na Espanha continental, o evento possui um significado especial: será o primeiro eclipse solar total registrado no país desde 1905, fato que já impulsiona o turismo astronômico e a expectativa por grandes coberturas internacionais.
A total solar eclipse will sweep over Greenland, Iceland and Spain on Aug. 12, 2026. The path of totality misses the U.S., so we're bringing it to you! NASA is heading into the path to study the Sun, and we'll broadcast it live. More details here: https://t.co/U1ZyD4zMcZ pic.twitter.com/ZhwqfwFXkr
— NASA Science (@NASAScience_) July 9, 2026
Horário e principais dados técnicos do eclipse de 2026
O instante de maior eclipse está previsto para ocorrer entre 17h45 e 17h47 UTC, equivalente a aproximadamente 14h45 e 14h47 no horário de Brasília.
No ponto de maior duração, a fase de totalidade deverá permanecer por cerca de 2 minutos e 18 segundos.
Entre os principais números do fenômeno estão:
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Esses dados ajudam a diferenciar o eclipse de 2026 de outros eventos recentes, como o grande eclipse observado na América do Norte em 2024.
Por que o eclipse de 2026 será tão importante?
Especialistas apontam que este será um dos eclipses mais relevantes dos últimos anos por combinar ampla visibilidade internacional, facilidade de acesso às áreas de observação e forte interesse científico.
Durante a totalidade, pesquisadores poderão realizar estudos da coroa solar, enquanto fotógrafos e observadores terão poucos minutos para registrar um dos fenômenos naturais mais impressionantes do planeta.
A expectativa também é de forte movimentação turística, principalmente na Espanha, Islândia e Groenlândia, destinos que já começam a preparar infraestrutura para receber visitantes interessados no evento.

O que acontece durante um eclipse solar total?
Quando a Lua cobre completamente o disco solar, o ambiente sofre mudanças perceptíveis em poucos minutos.
Entre os efeitos mais conhecidos estão:
- Escurecimento repentino do céu;
- Queda temporária da luminosidade;
- Redução discreta da temperatura;
- Aparição da coroa solar;
- Alteração no comportamento de aves e outros animais.
Fora da faixa de totalidade, o Sol permanece apenas parcialmente encoberto, mantendo boa parte da claridade natural.
O eclipse de 2026 abre caminho para novos fenômenos astronômicos
O evento de agosto de 2026 marca o início de uma sequência de eclipses solares de grande interesse internacional. O próximo eclipse total ocorrerá em 2 de agosto de 2027, atravessando o sul da Espanha, norte da África, Arábia Saudita e Iêmen.
Nos Estados Unidos, outro eclipse solar total só deverá acontecer em 30 de março de 2033, com visibilidade restrita ao Alasca.
Por reunir importância científica, histórica e turística, o eclipse solar total de 2026 deve se consolidar como um dos acontecimentos astronômicos mais pesquisados do ano, mobilizando observatórios, viajantes e milhões de pessoas interessadas em acompanhar um espetáculo raro da natureza.
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