O método argentino que deixa picanha, alcatra e fraldinha muito mais macias
A técnica que transforma qualquer corte
A fama das carnes argentinas não é coincidência. O país domina uma técnica simples e acessível que transforma picanha, alcatra, fraldinha e outros cortes tradicionais em carnes muito mais macias e suculentas. A base desse método está no controle do fogo, no uso correto do sal e na cocção lenta, garantindo um resultado digno de parrillas profissionais.
Qual é o método argentino que deixa a carne mais macia?
O segredo mais conhecido é a parrilla de baixa intensidade, que trabalha com brasas suaves, grelha inclinada e calor constante. Em vez do fogo alto típico do churrasco brasileiro, os argentinos preferem calor moderado para conduzir o cozimento com mais precisão. Assim, a carne cozinha de maneira uniforme, sem endurecer por fora.
Essa abordagem cria um ambiente ideal para cortes altos, preservando a umidade interna e garantindo maciez mesmo em fibras mais longas ou densas.

Por que essa técnica funciona tão bem na prática?
O fogo muito forte costuma selar a superfície rápido demais, impedindo que o calor alcance o interior sem ressecar. Já o calor suave argentino rompe fibras e colágeno gradualmente, mantendo textura e suculência. O processo favorece cortes que precisam de tempo para amaciar naturalmente.
Com essa condução lenta, a gordura derrete de forma uniforme, aromatizando a carne e deixando o corte mais macio sem necessidade de marinadas ou temperos complexos.
- O calor suave cozinha de dentro para fora com mais precisão
- A gordura derrete devagar e deixa a carne mais amanteigada
- As fibras relaxam e ficam muito mais fáceis de cortar
Como aplicar o método argentino no churrasco brasileiro?
Reproduzir a técnica em casa é simples: basta controlar a intensidade das brasas e ajustar a distância da grelha. Um braseiro baixo e bem espalhado já cria o ambiente ideal. A carne deve ficar a cerca de 30 a 40 cm da brasa para cozinhar lentamente, sem queimaduras externas.
O tempero também segue o estilo argentino: apenas sal grosso, aplicado antes de levar ao fogo. Quanto menos interferência, mais o sabor natural do corte aparece.
Nada melhor para aprender mais sobre o churrasco argentino do que dicas vindas de um argentino, que é o que o canal ‘estanciaelombu’, no Tiktok, faz nesse vídeo, trazendo 5 dicas para um verdadeiro asado argentino:
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Quais cortes ficam melhores usando a técnica?
A parrilla argentina favorece cortes com fibras longas e boa gordura natural, pois o cozimento lento consegue quebrar essas estruturas com suavidade. Carnes como fraldinha e alcatra se transformam quando expostas a calor moderado por tempo prolongado.
Cortes clássicos como picanha, bife ancho e bife de chorizo ficam ainda mais macios e aromáticos, com um dourado leve e sem queimaduras, criando um visual impecável para servir.
Que resultados esperar ao usar o método argentino?
A diferença na textura é percebida já no primeiro corte: a carne se apresenta mais macia, úmida e com sabor concentrado. Como a gordura derrete devagar, o corte ganha brilho, aroma e um acabamento muito mais profissional, mesmo em churrasqueiras simples.
O método reduz erros e favorece quem busca um churrasco mais seguro, equilibrado e com sabor autêntico, valorizando cada peça sem complicações.
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