Isabel Veloso aparece internada para transplante de medula óssea
Isabel Veloso inicia preparativos para transplante de medula após inserir cateter e fala sobre desafios do tratamento do câncer
A influenciadora Isabel Veloso compartilhou detalhes sobre sua jornada de saúde nas redes sociais. Aos 19 anos, Isabel está enfrentando um linfoma de Hodgkin e iniciou um tratamento paliativo que envolve um transplante de medula óssea. A internação para o procedimento representa mais um passo crucial na tentativa de controlar o câncer, que já havia sido diagnosticado anos antes, quando Isabel tinha apenas 15 anos.
Momentos do processo hospitalar foram divididos por Isabel, incluindo uma foto onde ela aparece deitada na maca após a inserção de um cateter no pescoço. Com a previsão de iniciar quimioterapias e radioterapia nos dias seguintes, Isabel relata a dor sentida após a inserção do dispositivo. Em virtude do tratamento, ela também optou por cortar o cabelo curto, evitando assim presenciar a queda capilar intensa que ocorreria.
Como é realizado o transplante de medula óssea?
Durante o transplante, que está agendado para o dia 24 de outubro, Isabel receberá células-tronco por meio de uma bolsa de sangue, doadas por seu pai. Ele foi identificado como um doador compatível em 60%, uma faixa maior do que inicialmente esperado. Isabel compartilhou que não passará por cirurgia, mas sim receberá as células através de transfusão, procedimento que não requer uma intervenção invasiva.
Quais são os desafios enfrentados por pacientes em tratamento contra o câncer?
Isabel, que já passou por tratamentos oncológicos anteriores, elucida os desafios enfrentados pelos pacientes com câncer, que incluem múltiplas internações, procedimentos médicos ininterruptos e o impacto psicológico do tratamento. Cada paciente possui uma resposta única ao tratamento, tornando impreciso prever a duração da internação hospitalar. Para Isabel, é estimado um período de 30 a 40 dias de internação.
- Internações frequentes e longas podem impactar a saúde mental dos pacientes.
- A convivência hospitalar exige adaptações, tanto para o paciente quanto para seus familiares.
- Procedimentos como quimioterapia e radioterapia frequentemente causam efeitos colaterais significativos.
O apoio da família e a rede social como fonte de força
Lucas Borba, marido de Isabel, demonstrou apoio constante durante esta fase, mesmo nos momentos em que as visitas diretas não são possíveis. A interação por meio de janelas e o uso de tecnologias digitais para se comunicarem refletem a realidade de muitos pacientes que optam por restringir o número de acompanhantes no quarto hospitalar. Isabel decidiu que as visitas devem ser mais restritas para priorizar a presença junto ao filho, Arthur.
Como recomeçar o tratamento em meio à maternidade?
Isabel recomeçou o tratamento oncológico em outubro de 2024, durante a gravidez de seu primeiro filho. Após o nascimento, o desafio de retomar o tratamento intensificou-se, especialmente após a doença ter se espalhado para os pulmões. Manter o equilíbrio entre os cuidados médicos e a maternidade é um dos aspectos mais desafiadores relatados por Isabel, que continua a dividir sua experiência para inspirar outras pessoas em situações similares.
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