Está em dúvida de como os terremotos acontecem? este vídeo te explica em poucos minutos o quão assustador e destruidor pode ser este fenômeno natural
Especialistas revelam como se formam os terremotos pelo mundo
Saber como se formam os terremotos é o primeiro passo para parar de pirar com as notícias de catástrofes que rolam na TV. Os abalos sísmicos acontecem porque a camada externa do nosso planeta vive em constante movimento, acumulando uma pressão gigante debaixo dos nossos pés.
Por que o chão treme e como se formam os terremotos?
A resposta simples é que a Terra parece um grande quebra-cabeça montado por vários pedaços soltos. Esses blocos são as famosas placas tectônicas, que estão sempre escorregando, batendo ou se afastando umas das outras. Todo esse empurra-empurra gera um estresse violento nas bordas das rochas.
Quando a tensão acumulada chega no limite e a rocha não aguenta mais, ela se rompe e libera essa energia de uma vez só. Essa pancada forte viaja pelo solo na forma de ondas e faz tudo tremer na superfície, mostrando a força bruta do nosso planeta no dia a dia.

Qual o papel do magma no afastamento das placas?
No meio do oceano Atlântico e em países como a Islândia, os blocos de terra estão literalmente fugindo um do outro. O motor dessa separação é o magma fervente que sobe das profundezas da Terra e preenche o buraco que fica aberto na superfície.
Esse material viscoso esfria rápido quando chega lá em cima, criando pedaços novos de crosta e afastando as placas cerca de cinco centímetros todo ano. Lá na Islândia, a galera convive com tremores frequentes por causa disso, mas os sismos costumam ser fracos e causam poucos estragos na rotina.
O que acontece quando duas gigantes batem de frente?
O bicho pega de verdade quando duas placas entram em rota de colisão frontal, como ocorre na Ásia. A placa indiana vive esmagando a eurasiana, e essa força absurda foi a responsável por empurrar o chão para cima e criar a Cordilheira dos Himalaias.
Para deixar mais claro como essa energia age, a reportagem especial do canal DW Brasil relata muito bem o estrago. Foi exatamente nessa região de colisão pesada que rolou o tremor de magnitude 7,5 no Nepal no ano de 2015, destruindo casas e templos num piscar de olhos.
Veja o vídeo abaixo:
Como o encontro de placas gera um tsunami devastador?
No litoral japonês, o cenário muda um pouco porque uma placa não só bate, mas mergulha por baixo da outra, levantando o fundo do mar. Esse salto repentino do solo oceânico desloca uma quantidade absurda de água, gerando ondas gigantescas que engolem a costa.
Dá uma olhada no impacto desse fenômeno quando ele atinge áreas povoadas:
- Formação de ondas quilométricas que avançam muito rápido pela superfície do oceano.
- Invasão de água salgada nas cidades costeiras, destruindo prédios e a rede de energia local.
- Tragédias históricas, como a de 2011 no Japão, que deixou mais de 18.000 mortos.
- Alertas disparados pela sirene nas ruas para que a galera corra para lugares altos perto das 15h00.
Qual o risco real da famosa falha de San Andreas hoje?
Lá na costa oeste dos Estados Unidos, os pedaços de crosta não batem de frente, mas raspam um no outro de lado ao longo de quase 1.000 quilômetros. Essa área é conhecida como a Falha de San Andreas e atua como uma panela de pressão gigante segurando energia pesada.
Acompanhe a diferença entre os tipos de atrito e o perigo que eles trazem para a sociedade:
Os especialistas em sismologia do USGS monitoram essa falha americana o tempo inteiro porque a região é um verdadeiro barril de pólvora. Quando essa energia travar e soltar de vez, o abalo sísmico tem potencial para mudar a cara do estado da Califórnia e causar um prejuízo bilionário. A natureza segue o seu próprio ritmo, e manter a vigilância em dia faz toda a diferença para salvar vidas.
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