Ele fez uma corrida com bicicletas elétricas em uma montanha insana contra 100 ciclistas e com vistas de tirar o fôlego
O que acontece quando você disputa uma corrida de eMTB contra 100 ciclistas?
A corrida de eMTB na montanha de Alpe d’Huez é pura adrenalina e exige muito sangue frio. O piloto encarou 100 ciclistas em uma descida insana com pedras soltas e trechos com neve, terminando a disputa na 9ª colocação.
Como funciona a largada com 100 competidores?
A largada é o momento mais tenso porque junta todo mundo ao mesmo tempo no topo da montanha. O coração vai a 150 BPM em poucos segundos enquanto os pilotos tentam achar qualquer espaço para acelerar no meio da poeira. A assistência do motor ajuda a sair rápido das curvas lentas até o limite de 25 km/h.
Para você ter uma ideia de como o corpo reage nessa loucura, dê uma olhada nestes dados colhidos direto do painel do piloto durante o percurso:
| Região analisada | Porcentagem de cobertura estimada |
|---|---|
| Faixa equatorial da Lua | Cerca de 40% da área apresenta a característica analisada. |
| Superfície total do satélite | Entre 15% e 20% do solo é estimado como coberto. |
Quais são os maiores perigos no chão da montanha?
O terreno muda o tempo todo e não dá para bobear nem por um segundo. O chão é cheio de cascalho e pedras soltas, o que faz a bike escorregar muito fácil e perder a tração. Para piorar, o piloto da frente acabou caindo feio ao passar por um trecho acumulado de neve no meio da pista.
O motor elétrico ajuda durante todo o tempo?
A resposta curta é não. O motor ajuda muito nas retomadas de velocidade após as curvas fechadas ou nos setores mais lentos da pista. Só que a regra é clara: acima dos 25 km/h o motor desliga e tudo fica por conta das pernas e dos músculos do piloto.
Como a velocidade nas descidas de Alpe d’Huez passa facilmente dos 40 km/h, o piloto precisa pedalar forte no seco. Isso faz com que os batimentos fiquem acima de 160 BPM quase a prova inteira, exigindo um preparo físico de alto nível.
Dá para ultrapassar em caminhos tão estreitos?
É muito difícil achar espaço, mas existem alguns truques que os pilotos mais experientes usam. O segredo é aproveitar as seções mais largas no início da montanha para passar o maior número de pessoas possível. Depois que a trilha estreita, o jeito é ter paciência e esperar um erro de quem está na frente.
O piloto do vídeo usou óculos especiais da sua própria marca para manter a visão limpa no meio da poeira. Ele conseguiu fazer ultrapassagens cirúrgicas aproveitando as linhas de fora da pista que os outros competidores deixavam abertas.
Veja o vídeo da corrida abaixo:
Qual foi o resultado final dessa aventura?
Mesmo com toda a poeira que atrapalhava a visão da pista e o cansaço extremo, o piloto garantiu a 9ª colocação geral. Ele teve que ceder posição apenas para um competidor mais forte em um dos últimos trechos, mas segurou o ritmo até cruzar a linha de chegada na vila.
Essa prova serviu como uma bela classificatória para o evento principal. A próxima etapa promete ser ainda mais insana, com uma largada programada a 3.300 metros de altitude, bem no topo da geleira local.
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