Como eu transformei garrafões de água em vasos grandes com aparência de cachepôs de decoração
Transformei garrafões de água em vasos grandes para folhagens, com pintura externa, drenagem e acabamento que esconde a aparência original da embalagem
Os garrafões de água vazios que estavam acumulados na área de serviço ganharam uma nova função com cortes, pintura e alguns detalhes de acabamento. Em vez de descartá-los, transformei os recipientes em vasos grandes para folhagens, com aparência de cachepôs de decoração usados em salas e varandas.
Como preparei os garrafões para receber as plantas?
Escolhi recipientes sem rachaduras, deformações ou resíduos desconhecidos. Depois de retirar rótulos e lacres, lavei cada peça com água e detergente neutro. A secagem completa foi importante para evitar que a umidade prejudicasse a aderência do fundo preparador e da tinta.
Marquei a altura do corte com uma fita ao redor do plástico para manter a borda nivelada. Após separar a parte superior, lixei cuidadosamente a região cortada até eliminar pontas ásperas. Também fiz furos no fundo para permitir o escoamento da água.
Quais materiais usei para criar os vasos grandes?
O acabamento foi planejado para esconder o formato original sem impedir a drenagem. Para realizar a transformação, usei os seguintes materiais:
O que você vai precisar
Separe os materiais de corte, preparação, acabamento e plantio antes de iniciar a transformação dos garrafões.
Garrafões plásticos limpos e em bom estado.
Caneta para marcar a linha de corte.
Ferramenta apropriada para cortar plástico.
Lixa fina para regularizar as bordas.
Furadeira ou objeto adequado para abrir os drenos.
Fundo preparador para plástico.
Tinta compatível com o material.
Corda de sisal, ripas finas ou tecido para acabamento.
Argila expandida, manta e substrato.
Pratos impermeáveis para proteger o piso.
Como consegui a aparência de cachepôs de decoração?
Depois de preparar o plástico, apliquei uma base que favorecesse a fixação da tinta. Escolhi uma cor neutra e pintei somente a parte externa. O acabamento uniforme reduziu a transparência e escondeu as marcas que identificavam os antigos recipientes de água.
Em alguns modelos, colei corda de sisal na faixa superior. Em outros, usei pequenas ripas verticais para criar textura. Mantive a mesma combinação de cores em todas as peças, o que fez os vasos grandes parecerem parte de uma coleção comprada para aquele ambiente.
Como montei os vasos sem deixar o plástico deformar?
Os garrafões são leves, mas podem perder o formato quando recebem muito peso em pontos específicos. Para manter a estrutura estável, distribuí o substrato de maneira uniforme e escolhi espécies compatíveis com a profundidade disponível. Outros cuidados fizeram parte da montagem:
- Abri vários furos pequenos para melhorar a drenagem;
- Cobri os drenos com manta para conter o substrato;
- Usei uma camada moderada de argila expandida;
- Evitei pedras pesadas apenas para preencher o fundo;
- Coloquei os recipientes sobre pratos resistentes;
- Mantive a borda cortada fora do alcance de crianças;
- Protegi a pintura contra atritos durante o transporte;
- Evitei arrastar os vasos quando estavam cheios.

Quais plantas funcionaram melhor nos novos recipientes?
Na sala bem iluminada, usei zamioculca, ráfis e espada-de-são-jorge em recipientes separados. Para a varanda, escolhi clúsia e pleomele, considerando a quantidade de sol disponível. Antes do plantio, conferi o tamanho adulto e o espaço necessário para as raízes de cada espécie.
Os pratos sob os vasos passaram a recolher o excesso de água sem atingir o piso, enquanto a pintura externa facilitou a limpeza. Com folhagens proporcionais ao tamanho dos recipientes e detalhes repetidos no acabamento, os garrafões perderam a aparência de embalagem e passaram a funcionar como cachepôs de decoração.
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