Celebridades apelam para excremento de pássaro para rejuvenescer
Jennifer Aniston testou técnica com esperma de salmão para renovação da pele; Demi Moore e Kate Beckinsale também aderiram a métodos polêmicos com sanguessugas e células humanas
O ano de 2025 marcou uma mudança no comportamento das celebridades em relação à beleza, com a exposição de métodos nada convencionais. O rejuvenescimento deixou de ser um assunto privado e ganhou as manchetes com técnicas exóticas. O caso mais comentado envolveu Jennifer Aniston, que admitiu ter testado um facial com esperma de salmão para cuidar da pele.
A atriz revelou que aceita experimentar “quase tudo” em busca da jovialidade, embora tenha dúvidas sobre a eficácia real do processo. O tratamento utiliza derivados do DNA do peixe para estimular a regeneração celular. Quem também comentou o assunto foi a cantora Miley Cyrus, que adotou um tom irônico ao classificar a experiência como estranha.
Celebridades estão usando até sanguessugas para a beleza
Outro procedimento que gerou debates éticos e estéticos foi o chamado “pênis facial”, citado por Kate Beckinsale. A atriz utiliza um protocolo à base de células humanas cultivadas em laboratório, extraídas originalmente de prepúcio neonatal. A técnica promete acelerar a renovação da pele através de fatores de crescimento e da aplicação via microagulhamento.
Tratamentos antigos também voltaram a circular na mídia com o aval das famosas. Demi Moore retomou a defesa da terapia com sanguessugas, método que ela afirma auxiliar na desintoxicação e circulação sanguínea. Além disso, o tradicional Geisha Facial, feito com excremento de rouxinol esterilizado, viralizou novamente como uma opção de luxo no skincare.
Médicos pedem cautela em tratamentos da moda
Apesar das excentricidades, todos esses procedimentos apontam para uma tendência clara em 2025: a obsessão pelo colágeno. As celebridades buscam incansavelmente métodos que estimulem a produção natural dessa substância. O médico Roberto Chacur, especialista em preenchimento facial e corporal, analisa esse movimento com cautela e pede maturidade.
O profissional alerta que a eficácia deve superar o modismo nas escolhas dos pacientes. “Nem tudo o que viraliza funciona. O colágeno ganhou destaque porque sustenta a pele ao longo do tempo. Quando estimulamos essa produção de forma fisiológica, o resultado aparece de maneira natural”, afirma o profissional.
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