Atenção para não jogar esse aparelho fora pois ele possui ouro de 22 quilates
É surpreendente saber que um simples aparelho ou eletrodoméstico pode conter ouro de 22 quilates em seus componentes internos
É surpreendente saber que um simples micro-ondas ou outro eletrodoméstico comum pode conter ouro de 22 quilates em seus componentes internos. Esse metal, altamente valorizado, é essencial na indústria eletrônica devido à sua condutividade e durabilidade excepcionais.
Embora as quantidades sejam pequenas, o ouro utilizado é extremamente puro — composto por cerca de 90% de ouro misturado a metais como cobre ou prata. Essa característica o torna indispensável para o desempenho de placas, conectores e painéis eletrônicos em aparelhos domésticos.
Onde exatamente o ouro pode ser encontrado nos eletrodomésticos?
Esse metal nobre está presente principalmente nas placas de circuito, especialmente nas partes que exigem condução elétrica estável e resistência à oxidação. Em micro-ondas, por exemplo, ele é usado no painel de controle e nas trilhas dos circuitos.
Apesar da pequena quantidade por unidade, o volume global de resíduos eletrônicos torna essa presença significativa. Curiosamente, estima-se que uma tonelada de smartphones possa conter mais ouro do que uma tonelada de minério tradicional extraído da terra.
Como funciona o processo de extração de ouro em aparelhos antigos?
Cientistas da Escola Politécnica Federal de Zurique criaram uma técnica sustentável que utiliza soro de leite para extrair ouro de equipamentos obsoletos. A pesquisa, publicada na revista Advanced Materials, demonstrou que proteínas presentes no soro podem formar uma estrutura chamada aerogel.
Esses aerogéis possuem alta capacidade de atrair e capturar partículas de metais preciosos, permitindo recuperar ouro de placas-mãe e circuitos sem o uso de substâncias tóxicas. O método representa um avanço significativo na reciclagem eletrônica e na sustentabilidade industrial.
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Qual é seu valor atual e por que ele disparou em 2025?
Em 2025, o preço do ouro atingiu recordes históricos, ultrapassando os 3.550 dólares por onça. Esse aumento superior a 30% no ano foi impulsionado por fatores como a desvalorização do dólar e a expectativa de cortes nas taxas de juros dos Estados Unidos.
Com esse cenário, a recuperação de ouro a partir de resíduos eletrônicos ganhou destaque não apenas como medida ecológica, mas também como uma alternativa rentável de investimento. O reaproveitamento tecnológico pode, portanto, unir lucro e sustentabilidade.
Quais são as melhores formas de investir em ouro hoje?
Investir em ouro pode ser feito de diferentes maneiras, de acordo com o perfil de cada investidor. Entre as opções mais acessíveis e seguras estão:
- Lingotes e moedas: forma direta de adquirir ouro físico e armazená-lo como reserva de valor.
- ETFs de ouro: fundos negociados em bolsa que replicam o preço do metal sem exigir posse física.
- Ações de mineradoras: investimento indireto, com ganhos potencialmente maiores conforme o preço do ouro sobe.
Além disso, o avanço de tecnologias de reciclagem oferece novas possibilidades: indivíduos e empresas podem lucrar ao extrair ouro de sucatas eletrônicas, contribuindo para uma economia circular e sustentável.
O que o futuro reserva para a reciclagem em eletrônicos?
Com o aumento da demanda global por dispositivos, a recuperação de ouro de equipamentos antigos tende a se tornar uma prática cada vez mais lucrativa. Métodos ecológicos como o uso de aerogéis podem revolucionar o setor nos próximos anos.
Ao transformar lixo eletrônico em recurso valioso, essa tendência reforça o papel do reaproveitamento tecnológico no equilíbrio entre economia e meio ambiente. No futuro, descartar um aparelho poderá significar desperdiçar literalmente ouro.
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