Com motor 109,7 cc e tanque de 10 litros, a Mottu Sport mira economia no trabalho diário
Veja como a Mottu Sport 110 combina simplicidade mecânica, boa autonomia urbana e foco em economia no uso intenso
A Mottu Sport é uma moto urbana compacta de baixa cilindrada, pensada para trabalho diário, entregas e deslocamentos econômicos, unindo simplicidade mecânica, baixo custo de manutenção e consumo reduzido de combustível, características que a tornam atrativa para quem roda muitas horas nas cidades brasileiras.
Motorização e características técnicas da Mottu Sport
A Mottu Sport utiliza motor monocilíndrico de 109,7 cc, 4 tempos e arrefecido a ar, com foco em economia e robustez. Segundo o manual, entrega 8,1 cv a 7.350 rpm e 9 Nm de torque a 4.500 rpm, com taxa de compressão de 10:1 e injeção eletrônica controlada por ECU, o que melhora partida e controle da queima.
A moto conta com partida elétrica e por pedal, recurso útil para uso intenso ou em locais com risco de descarga de bateria. O projeto privilegia facilidade de uso diário, baixo custo operacional e manutenção acessível, em vez de desempenho esportivo ou alta velocidade.
Como são o câmbio, o desempenho e o consumo de combustível?
O conjunto de transmissão traz câmbio de 4 marchas, embreagem multidisco em banho de óleo e transmissão final por corrente. A velocidade máxima informada é de aproximadamente 100 km/h em 4ª marcha, suficiente para vias urbanas e rodovias curtas, priorizando retomadas suaves e condução simples.
Não há consumo oficial em km/l homologado no Brasil até 2026, embora o modelo de origem tenha histórico de eficiência em outros mercados. Na prática, o gasto de combustível varia conforme peso transportado, estilo de pilotagem, trânsito, relevo e manutenção, mas a vocação é claramente econômica.
Assista a um vídeo do canal MOTOBOY ESSENCIAL para mais detalhes da motocicleta:
Quais são as dimensões, o peso e a capacidade de carga?
A Mottu Sport mede 1.950 mm de comprimento, 705 mm de largura e 1.080 mm de altura, dimensões que facilitam manobras em espaços apertados e circulação em congestionamentos. A distância do solo de 175 mm ajuda a superar lombadas e buracos, enquanto o entre-eixos de 1.236 mm favorece estabilidade.
Com 110 kg em ordem de marcha, a moto é leve para o segmento e tem PBT de 260 kg, permitindo capacidade máxima de carga de 150 kg. Isso é suficiente para piloto, eventual passageiro e bagagem moderada, ou instalação de baús e suportes voltados a entregas urbanas.
Como é o tanque de combustível, a autonomia e o uso diário?
O tanque tem 10 litros, incluindo reserva, proporcionando boa autonomia em trajetos urbanos com pilotagem moderada. Entregadores, trabalhadores externos e estudantes podem percorrer longas distâncias entre abastecimentos, desde que mantenham rotações baixas e trocas de marcha adequadas.
Autonomia afetada pelo uso
O peso transportado e a frequência de paradas influenciam diretamente a autonomia, já que exigem mais esforço do conjunto e aumentam o gasto ao longo do trajeto.
Trânsito intenso e subidas elevam o consumo
Engarrafamentos, retomadas constantes e trechos inclinados fazem o veículo trabalhar mais, o que tende a aumentar o consumo de combustível.
Pneus calibrados e revisão em dia
Manter a calibragem correta dos pneus e a revisão atualizada ajuda a melhorar o rendimento, reduz perdas mecânicas e favorece uma condução mais eficiente.
Uso fluido em vias rápidas
Quando o trajeto permite velocidade mais constante e menos interrupções, o veículo tende a gastar menos combustível e entregar melhor aproveitamento.
Como são os freios, equipamentos e para quem a moto é feita?
Nos freios, há disco dianteiro de 240 mm e tambor traseiro de 110 mm, com sistema CBS que distribui parte da frenagem dianteira ao acionar o pedal traseiro, aumentando segurança em emergências. As suspensões usam garfo telescópico dianteiro e braço oscilante com amortecedor traseiro ajustável em 5 níveis.
Os pneus sem câmara (2,75-17 47P na frente e 3,00-17 50P atrás) facilitam reparos e oferecem boa aderência no asfalto. Entre os equipamentos, destacam-se DRL em LED, medidor de combustível, luz indicadora de mau funcionamento (MIL), partida elétrica e bateria 12V 4Ah sem manutenção, reforçando o foco em custo-benefício e uso urbano intenso.
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