Carros com telas gigantes viram disputa de luxo com painéis de até 56 polegadas
Painéis digitais panorâmicos dominam SUVs e sedãs de luxo com foco em tecnologia e conectividade
Os carros com telas gigantes no painel deixaram de ser curiosidade e viraram argumento central de venda no segmento de luxo. Montadoras tradicionais e novas marcas disputam espaço com centrais multimídia expansivas, painéis totalmente digitais e superfícies de vidro sensível ao toque, impulsionadas por conectividade avançada, direção semiautônoma e personalização de conteúdo.
O que define carros com as maiores telas no painel?
Para falar em carros com as maiores telas no painel, é preciso considerar não apenas o tamanho em polegadas, mas também a forma de medição. Algumas marcas somam as polegadas de vários displays integrados, enquanto outras destacam uma peça única de vidro cobrindo todo o painel, incluindo telas para motorista, passageiro e, às vezes, ocupantes traseiros.
Na prática, os modelos que lideram esse ranking combinam painel de instrumentos 100% digital, central multimídia ampla e, em alguns casos, tela extra dedicada ao passageiro da frente. Em sedãs e SUVs de luxo, esse conjunto pode se estender de porta a porta, criando um efeito panorâmico que explica somas acima de 50 polegadas.
Quais são os top 5 carros com as maiores telas internas em 2026?
Entre as opções disponíveis em 2026, cinco modelos se destacam em tamanho de tela e arquitetura digital do interior. Todos seguem a lógica de transformar o painel em grande superfície de visualização e controle, ainda que com soluções de design distintas.
Cadillac Escalade / Escalade IQ
Impressiona com cerca de 55″ de tela total integrada ao painel.
Mercedes-Benz EQS
Hyperscreen com aproximadamente 56″ sob uma única peça de vidro contínua.
Lincoln Nautilus
Destaque para a tela panorâmica de 48″ que percorre toda a cabine.
Lucid Air
Glass Cockpit curvo com cerca de 34″ focado em visual futurista e funcionalidade.
BMW i7
Tela traseira de 31,3″ voltada ao conforto e entretenimento dos passageiros.
Como é a experiência a bordo desses modelos com telas gigantes?
O Cadillac Escalade, especialmente na versão elétrica Escalade IQ, oferece cerca de 55 polegadas somadas em telas no painel, com gráficos de alta definição e menus configuráveis focados em navegação e assistentes de condução. Já o Mercedes-Benz EQS traz o MBUX Hyperscreen, um vidro único que abriga três telas e usa inteligência de software para sugerir funções e reduzir distrações.
O Lincoln Nautilus adota cerca de 48 polegadas em faixa panorâmica superior e uma tela central flutuante, permitindo widgets e mapas ampliados. O Lucid Air aposta em um Glass Cockpit curvo de cerca de 34 polegadas à frente do motorista, somado a uma segunda tela mais baixa. No BMW i7, o destaque é a tela traseira retrátil de 31,3 polegadas, que transforma o banco de trás em uma espécie de sala de cinema móvel.

Essas telas gigantes servem apenas para entretenimento?
Essas superfícies digitais têm papel direto em segurança, conectividade e assistência à condução, muito além do entretenimento. Recursos de câmeras 360°, alertas de tráfego e monitoramento de ponto cego dependem de telas amplas e nítidas para serem bem aproveitados no dia a dia.
Nesse contexto, as telas permitem uma série de funcionalidades integradas:
- Exibição clara de rotas e informações de trânsito em tempo real;
- Acesso rápido a climatização, modos de condução e ajustes do veículo;
- Integração com smartphones, serviços em nuvem e atualizações over-the-air;
- Distribuição de conteúdo diferente para motorista e passageiro dianteiro.

Quais são os desafios e tendências para o futuro dessas telas?
Com a evolução de sistemas embarcados e conectividade 5G, os carros com as maiores telas no painel interno tendem a se popularizar além do segmento de luxo. Modelos mais acessíveis já começam a receber telas maiores, interfaces mais rápidas e integração nativa com serviços digitais.
O grande desafio para as montadoras será equilibrar tamanho de tela, qualidade de interface e segurança ao dirigir. Por isso, cresce o uso de comandos físicos mínimos, assistentes de voz e layouts simplificados, buscando uma experiência tecnológica completa sem comprometer a ergonomia nem aumentar a distração ao volante.
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