Valor extra liberado surpreende quem trabalhou com carteira assinada
Se você trabalhou com carteira assinada e tem mais de 60 anos, esse benefício pode estar disponível para saque. Confira como acessar.
Em 2025, trabalhadores brasileiros com 60 anos ou mais passaram a ter direito a um saque extra de mais de R$ 1 mil através do programa PIS/Pasep. Esta iniciativa, conduzida pela Caixa Econômica Federal, visa proporcionar um alívio financeiro significativo para aqueles que já contribuíram durante anos de trabalho e agora enfrentam os desafios da aposentadoria.
O pagamento deste benefício já está em andamento, seguindo um calendário que começou em fevereiro e se estende até agosto. A organização é feita de acordo com o mês de nascimento dos beneficiários, garantindo que todos recebam o valor a que têm direito de forma ordenada e eficiente.
Como funciona o pagamento do PIS/Pasep?
O pagamento do saque extra do PIS/Pasep é realizado pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil, dependendo do tipo de vínculo do trabalhador. A Caixa é responsável pelos trabalhadores da iniciativa privada, enquanto o Banco do Brasil atende os servidores públicos. Essa divisão garante que o processo seja realizado de maneira eficiente e organizada.
O calendário de pagamentos está estruturado da seguinte forma:
- Janeiro: 15 de fevereiro
- Fevereiro: 15 de março
- Março: 15 de abril
- Abril: 15 de abril
- Maio: 15 de maio
- Junho: 15 de junho
- Julho: 15 de julho
- Agosto: 15 de agosto
Como consultar se você está na lista de beneficiários?
Para verificar se há valores disponíveis, os beneficiários podem utilizar diversos canais de consulta. As opções incluem o aplicativo Caixa Tem, o app Caixa Trabalhador, o telefone 111 (opção 2) e o portal Gov.br, na área “Abono Salarial”. Servidores públicos também podem consultar o Pasep pelo site do Banco do Brasil ou pelo telefone 0800 729 0001.
O que fazer se o pagamento não for efetuado automaticamente?
Caso o trabalhador tenha direito ao benefício, mas não receba o valor automaticamente, é importante verificar se os dados estão atualizados junto ao empregador. Também é necessário conferir se houve registro correto na Relação Anual de Infor mações Sociais (RAIS) ou no eSocial. Em caso de inconsistências, o trabalhador deve entrar em contato com a Caixa ou o Banco do Brasil para solicitar a regularização.
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