Petrobras minimiza riscos às exportações e importações em meio à escalada no Irã
Estatal afirma que rotas estão fora da área de conflito e que operações seguem seguras
Em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, a Petrobras afirmou nesta segunda-feira, 2, que seus fluxos de importação permanecem fora das principais rotas afetadas pela crise.
Segundo a estatal, esse cenário garante “segurança e custos competitivos para as operações da companhia, preservando as margens”.
Em nota, a empresa destacou que a maior parte de suas importações ocorre fora da região em tensão e que, mesmo nas poucas rotas que passam pela área, há possibilidade de redirecionamento.
Com isso, a Petrobras reforçou que, até o momento, não há risco de interrupção nas importações e exportações.
Frota iraniana
O perfil oficial do Centro de Comando dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciou nesta segunda-feira, 2, ter destruído os onze navios iranianos atracados no Golfo de Omã.
Segundo o comando, a ação marca o fim do “assédio” e dos “ataques” do regime iraniano contra a navegação internacional na região.
“Há dois dias, o regime iraniano tinha 11 navios no Golfo de Omã; hoje, não tem NENHUM. O regime iraniano tem assediado e atacado a navegação internacional no Golfo de Omã há décadas. Esses dias acabaram. A liberdade de navegação marítima tem sido a base da prosperidade econômica americana e global por mais de 80 anos. As forças americanas continuarão a defendê-la”, diz a publicação.
Golfo de Omã
O Golfo de Omã é uma das áreas mais estratégicas por conectar o Oceano Índico ao Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.
É considerada uma “porta de entrada” para uma das principais rotas energéticas do mundo.
Qualquer ataque à região pode influenciar no preço do petróleo.
Por isso, o golfo é monitorado de perto pelos Estados Unidos.
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