Onde estão os empresários que construíram o Brasil?
As personalidades fundamentais para a pavimentação da nação que conhecemos hoje tiveram seus nomes apagados da história do país
O Brasil viveu uma de suas fases mais produtivas entre 1850 e 1889. Foi nesse período em que a malha ferroviária alavancou de 14 km para mais de 9 mil km. O progresso, também se refletiu nas exportações e no crescimento de 40% do PIB per capita. Porém, as figuras por trás desses números nunca receberam o devido crédito na história nacional.
Barão de Mauá, Delmiro Gouveia e os Irmãos Rebouças transformaram o cenário brasileiro, mas suas histórias foram pouco contadas. Com a mesma intensidade em que ajudaram a pavimentar a construção do Brasil, seus nomes foram apagados da memória coletiva.
QUEM SÃO ELES?
Barão de Mauá, pioneiro da industrialização no Brasil, responsável por grandes obras como a primeira estrada de ferro ligando o Rio de Janeiro a Petrópolis. Financiou com seus próprios recursos obras de iluminação e também de ferrovias, que mudaram a história da economia do país, respondendo aos vácuos deixados pelo estado, mas sem receber nenhum reconhecimento.
Delmiro Gouveia foi precursor na instalação de uma fábrica nacional independente no Nordeste e responsável pela primeira usina hidrelétrica de Paulo Afonso, mas teve um fim que até hoje permanece sem explicações.
Os Irmãos Rebouças foram os primeiros engenheiros negros do Brasil, contribuíram para o desenvolvimento do Paraná e projetaram importantes obras no Rio de Janeiro. Além de formular soluções para o abastecimento de água, em meio a uma seca crônica. Mesmo com resultados expressivos, seus nomes raramente são citados nos livros de história.
Essa história continua…
Atualmente, o setor privado responde por 72% dos empregos formais, e por cerca de 30% do PIB brasileiro, sendo assim a engrenagem que mais sustenta a Previdência da qual todos querem usufruir. Ainda assim, os empresários são tratados com descaso no debate público, vistos como suspeitos no sistema tributário, quando deveriam estar no centro da discussão.
Segundo Tallis Gomes, cofundador e Presidente do G4, plataforma de soluções empresariais para PMEs, há uma lacuna na forma como a história econômica do país é apresentada. “O Brasil aprendeu a reverenciar quem assina ofício e ignorar quem assina cheque. Não é acidente — é uma narrativa construída para que as pessoas acreditem que o progresso depende do Estado. Nunca dependeu.”, afirma.
Para Gomes, um país que não reconhece quem o construiu dificilmente oferece as condições para quem quer construí-lo agora. “O resultado disso aparece na forma da burocracia crônica, carga tributária hostil e uma cultura que ainda trata o lucro como algo a se envergonhar”, completa.
Para os novos empresários
Foi pensando nesse passado que precisa ser valorizado que a G4 lançou a campanha “A Verdade”, com a série documental “Heróis do Brasil”, trazendo à tona histórias que ficaram de fora dos livros e mostrando aqueles que foram a espinha dorsal do progresso nacional.
A série está disponível no YouTube do G4 e revela que o desenvolvimento brasileiro sempre contou com o capital privado para se sustentar.
Para que os novos empresários do país não sejam esquecidos da história, e saibam dominar a narrativa, com direção e poder. O G4 liberou “A Bússola”, curso 100% gratuito e online, no qual você pode, sem sair de casa, ter acesso às ferramentas de gestão das maiores empresas do mundo. Construindo uma história sólida e baseada em sucesso.
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