Nova carteira de identidade já pode ser solicitada pelo Gov.br e processo começa sem sair de casa
O caminho digital reduz filas e reúne os agendamentos estaduais, mas a primeira emissão ainda pode exigir uma etapa presencial.
Quem ainda usa o RG antigo pode iniciar pela internet o caminho para obter a nova identidade. A Carteira de Identidade Nacional centraliza a identificação no CPF e já pode ser encaminhada a partir das orientações reunidas no Gov.br, embora a emissão continue ligada aos órgãos de identificação de cada estado.
O pedido da nova identidade pode ser feito totalmente pela internet?
O processo pode começar online, mas não termina necessariamente no celular ou computador. O Gov.br reúne as orientações e os links dos estados e do Distrito Federal, permitindo consultar regras locais e, onde disponível, realizar o agendamento antes de sair de casa.
A emissão da primeira CIN normalmente exige comparecimento ao posto responsável para conferência dos documentos e coleta dos dados necessários. Portanto, o serviço digital reduz etapas presenciais e filas, mas não transforma automaticamente a primeira emissão em um procedimento totalmente remoto.

Como começar a solicitação pelo Gov.br?
O primeiro passo é acessar a página nacional da identidade e selecionar as orientações da unidade da federação onde o atendimento será realizado. A partir daí, o cidadão é direcionado ao sistema estadual responsável pelo agendamento ou pelas instruções de emissão.
Na data marcada, o governo federal orienta levar a certidão de nascimento ou casamento. As exigências complementares e o formato do atendimento podem variar, por isso é importante seguir as instruções do órgão emissor indicado para cada estado.
O caminho básico pode ser resumido em quatro etapas:
O que muda entre o RG antigo e a Carteira de Identidade Nacional?
A principal mudança é o uso do CPF como número único de identificação. O modelo substitui a lógica anterior, em que uma mesma pessoa podia receber números de RG diferentes conforme o estado responsável pela emissão.
A Carteira de Identidade Nacional também segue um padrão nacional e possui QR Code para verificação de autenticidade. Existe ainda uma versão digital, disponibilizada no aplicativo Gov.br depois que o documento é emitido.
Quanto custa e quais documentos são necessários?
A primeira via da CIN é gratuita. Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, o cidadão deve apresentar certidão de nascimento ou casamento no atendimento, enquanto detalhes adicionais dependem das regras do órgão estadual responsável.
A página oficial do Ministério da Gestão sobre a emissão da CIN informa que o documento já pode ser solicitado em todos os estados e no Distrito Federal.
Três características ajudam a entender o novo modelo:
O RG antigo deixou de valer em 2026?
Não. O modelo antigo continua válido durante o período de transição. O governo federal informa que o RG pode ser utilizado até 28 de fevereiro de 2032, portanto não existe obrigação geral de realizar a troca imediatamente em 2026.
A substituição antecipada pode evitar uma procura maior perto do fim do prazo. Em julho de 2026, o Ministério da Gestão informou que 60 milhões de brasileiros já haviam recebido a nova carteira, mostrando que a migração vem avançando.
Quando a versão digital aparece no aplicativo Gov.br?
A CIN digital fica disponível depois da emissão do documento físico. Com a carteira pronta, o cidadão pode acessar o aplicativo Gov.br e adicionar a identidade à carteira de documentos, passando a ter também a versão para uso no celular.
O ponto central é a ordem das etapas: o Gov.br ajuda a começar o processo e concentra o acesso digital, mas a primeira emissão continua dependendo do procedimento estabelecido pelo estado. O atendimento presencial ainda faz parte do caminho para muitos cidadãos.
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