Governo revela quem deve trocar o RG primeiro para poder emitir a nova Carteira de Identidade Nacional
Entenda quando vale a pena trocar o novo RG pela Carteira de Identidade Nacional, quais documentos são exigidos e quem deve agir antes
A Carteira de Identidade Nacional já substitui o antigo RG, mas a mudança não precisa ser feita imediatamente por todos. Alguns brasileiros, porém, devem antecipar a emissão para evitar recusas, dificuldades em viagens e problemas na identificação.
O RG antigo deixou de valer?
O modelo tradicional continua válido em todo o Brasil até 28 de fevereiro de 2032. Portanto, quem possui um documento conservado, com dados corretos e fotografia atual pode organizar a substituição com tranquilidade.
A partir de 1º de março de 2032, a Carteira de Identidade Nacional passará a ser o padrão obrigatório. A troca gradual permite que os postos de identificação atendam a população sem a formação de uma corrida imediata pela emissão.
Quem deve trocar o RG primeiro?
Embora não exista uma fila nacional obrigatória, algumas pessoas podem enfrentar problemas se continuarem usando uma identidade antiga. Nesses casos, pedir a CIN com antecedência reduz o risco de ter o documento recusado.
A substituição merece prioridade nas seguintes situações:
Situações em que pode ser necessário trocar o RG antigo
Danos físicos, informações desatualizadas e dificuldades de identificação podem comprometer a aceitação do documento em viagens, cadastros e atendimentos.
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01
Documento danificado, rasgado ou com informações ilegíveis
Desgastes, plastificação irregular e trechos apagados podem dificultar a conferência dos dados e provocar a recusa da carteira de identidade.
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02
Fotografia muito antiga que não permite reconhecer o titular
Quando a aparência atual é muito diferente da imagem registrada, agentes e atendentes podem ter dificuldade para confirmar a identidade com segurança.
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03
Mudança de nome ou filiação no registro civil
Alterações realizadas após casamento, divórcio, reconhecimento de filiação ou retificação exigem a atualização dos dados apresentados no documento.
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04
Divergências entre RG e CPF podem causar bloqueios em cadastros
Diferenças no nome, na data de nascimento ou em outros dados pessoais podem impedir validações realizadas por bancos, empresas e órgãos públicos.
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05
Perda, furto ou roubo da carteira de identidade
Nessas situações, é necessário solicitar uma nova via e adotar cuidados para reduzir o risco de uso indevido dos dados pessoais.
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06
Viagem próxima ao Mercosul sem passaporte
Uma identidade conservada, atualizada e com fotografia reconhecível reduz o risco de problemas durante a conferência documental na viagem.
Crianças e adolescentes também podem precisar de uma nova identificação quando a aparência muda significativamente. Uma foto produzida anos antes pode não ser suficiente em embarques, atendimentos bancários e outros procedimentos que exigem confirmação visual.
Por que o CPF aparece como número único na CIN?
A principal mudança da Carteira de Identidade Nacional é o uso do CPF como número único de identificação. No sistema anterior, uma mesma pessoa podia possuir registros diferentes ao emitir documentos em mais de um estado.
A padronização reduz duplicidades e facilita a conferência dos dados em serviços públicos e privados. A CIN ainda possui QR Code e recursos de segurança que permitem verificar sua autenticidade e identificar possíveis fraudes.
Antes do atendimento, é importante conferir se o CPF está regular e se os dados correspondem à certidão de nascimento ou casamento. Diferenças de nome, data ou filiação podem impedir a conclusão do pedido até que o cadastro seja corrigido.
Quais documentos são necessários para emitir a nova identidade?
As regras de agendamento variam entre os estados e o Distrito Federal. Em geral, o cidadão deve procurar o instituto de identificação responsável e apresentar uma certidão atualizada que comprove seus dados civis.
Para evitar uma viagem perdida, vale preparar os itens normalmente exigidos:
- Certidão de nascimento, para pessoas solteiras.
- Certidão de casamento, com as averbações existentes.
- Número do CPF regularizado.
- Comprovante de agendamento, quando exigido pelo estado.
- Documentos que comprovem informações adicionais solicitadas.
A primeira emissão da CIN em papel é gratuita. Versões opcionais produzidas em cartão podem ter cobrança definida pelo estado, assim como novas vias solicitadas em determinadas circunstâncias.

Quanto tempo dura a Carteira de Identidade Nacional?
A validade depende da idade do titular. Para crianças com menos de 12 anos, o documento vale por cinco anos. Entre 12 e 59 anos, o prazo é de dez anos. A partir dos 60 anos, a validade é indeterminada.
Depois que a versão física é emitida, a identidade digital pode ser adicionada ao aplicativo Gov.br. Mesmo com essa facilidade, o documento físico deve ser levado em viagens internacionais pelo Mercosul, pois a apresentação apenas pelo celular pode não ser aceita no controle migratório.
Quem está com o RG em boas condições ainda tem tempo para fazer a mudança. Já pessoas com fotografia desatualizada, documento danificado ou dados divergentes devem colocar a emissão da Carteira de Identidade Nacional entre as prioridades para evitar transtornos quando precisarem comprovar quem são.
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