Cientistas chineses propõem transformar minas de carvão abandonadas em laboratórios agrícolas
Cientistas transformam minas de carvão abandonadas em fazendas
O uso de minas de carvão abandonadas para plantar comida virou a nova aposta da ciência na China para driblar o clima tenso do planeta. A ideia maluca quer aproveitar os buracos fundos para montar laboratórios agrícolas e garantir o rango no prato da galera no futuro.
Por que transformar essas minas de carvão abandonadas em laboratórios?
Uma publicação do ScienceAlert conta que os pesquisadores chineses querem dar um jeito rentável nas velhas áreas de extração. O ambiente profundo funciona como um escudo natural contra as secas pesadas e as tempestades que detonam as lavouras comuns na superfície da rua.
Além de proteger as sementes do clima maluco, o subsolo trava a radiação espacial e mantém o ar fresquinho sem muito esforço. Isso cria o terreno perfeito para testar o cultivo fechado sem gastar milhões de dólares subindo prédios gigantescos do zero nas grandes metrópoles.

O que rola de diferente no cultivo debaixo da terra?
A rotina de plantar lá embaixo troca o sol quente por painéis de LED e exige um controle absurdo de umidade para não melar a colheita toda. Os profissionais do campo testam o plantio direto na água enriquecida com nutrientes puros em vez de usar a terra batida de sempre.
Dá uma sacada nas maiores vantagens de puxar a horta para o fundo da terra.
- Temperatura travada na mesma marcação de conforto durante os 12 meses do ano.
- Bloqueio total de pragas nojentas e insetos chatos que destroem a plantação livre.
- Reaproveitamento inteligente de espaços que ficariam apenas juntando sujeira e lixo.
- Economia absurda no uso de água potável através do sistema de gotejamento fechado.
Como fica a comparação entre plantar no campo e na rocha?
Os dois modelos de plantio entregam realidades totalmente opostas na hora de fazer a conta no final do mês.
A tabela mostra bem claro que a aposta subterrânea cobra um valor meio amargo na conta de energia para manter as plantas acesas. O foco atual do projeto na Ásia é justamente achar um jeito de compensar esse furo ligando a rede nas usinas solares da vizinhança.
Qual é o tamanho do potencial dessa ideia no mundo real?
A China guarda um monte de buracos gigantes desativados que somam quilômetros de espaços perdidos debaixo das montanhas mais ricas. Reaproveitar essas crateras vazias pode gerar até 10 milhões de metros cúbicos de áreas novas para pesquisas botânicas no escuro.
O planejamento traz um baita alívio para as cidades que perderam toda a grana circulando quando o minério secou nos carrinhos. O emprego volta para as mãos do pessoal local, mas agora focado em fechar a conta do supermercado com muito alface fresco.
Quando essa tecnologia deve chegar na mesa do trabalhador?
A parada toda ainda vive na fase de testes iniciais com alguns poucos tubos verdes rendendo raízes finas no escuro das pedras. A turma de engenheiros acredita que a engrenagem precisa rodar por pelo menos oito anos seguidos para ficar madura e baratear de verdade.
Achar alternativas para a nossa comida num planeta tão quente é um corre pesado que já começou nos laboratórios de ponta. Quando a salada colhida lá no fundo das rochas chegar no nosso supermercado, a gente vai bater palma para essa sacada gigante da ciência moderna.
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