As dez notícias mais lidas da semana
Janaina Paschoal, Sergio Moro, Joice Hasselmann, Tabata Amaral e Cesar Maia foram alguns dos destaques da semana.
10ª – Janaina Paschoal ameaça deixar bancada do PSL
Janaina Paschoal estranhou o comportamento dos companheiros de sigla. Por precaução, abandonou o grupo de discussão do PSL paulista. A comentarista Carmen acha que a deputada daria uma boa assessora presidencial.
Joice Hasselmann negou que tivesse tratado os atos governistas convocados para este domingo como “tiro no pé”. Mas findou desmentida pela Folha de S.Paulo.
A comentarista Miriam acha que falta ao governismo afinar o discurso.
Tabata Amaral entende que o governo Bolsonaro caminha para uma renúncia ou um impeachment. A comentarista Teresa se viu obrigada a concordar com a deputada.
Janaína deveria passar um tempo em Brasília para orientar e iluminar Bolsonaro. Talvez lhe falte alguém que lhe diga as verdades e lhe mostre o caminho. Grande mulher! Carmen Santerini9ª – Sergio Moro não vai à marcha Mesmo com o pacote contra a corrupção na pauta defendida pelos protestos deste domingo, Sergio Moro preferiu não participar da manifestação. O comentarista Rodrigo concorda que é melhor para o ministro manter uma distância mínima.
Moro não tem mesmo que ir. Rodrigo Freitas8ª – “Maluquice lógica” Para William Waack, as loucuras de Jair Bolsonaro seguem uma certa lógica. O comentarista Renato lembrou-se de uma piada que corre por Brasília.
Para os bolsonaristas, Bolsonaro é um enviado de Deus. Para os petistas, Lula é Deus. Essa é toda a diferença entre ambos. Renato Vilhena7ª – Os dois tiros no pé de Joice
Joice Hasselmann negou que tivesse tratado os atos governistas convocados para este domingo como “tiro no pé”. Mas findou desmentida pela Folha de S.Paulo.
A comentarista Miriam acha que falta ao governismo afinar o discurso.
Com certeza o PR precisa de aliados. Mas tem muitos oportunistas à sua volta. Outra coisa que não ajuda é os aliados dizerem uma coisa num dia e outra no outro dia. Só gera ruído. Miriam Malaguti6ª – “Eles querem confusão? Terão” Uma liderança dos caminhoneiros prometia aproveitar os atos deste domingo para armar confusão com o Congresso. A comentarista Maria puxou o freio do militante.
Não precisa virar guerra, mas o povo tem que mostrar que queremos o Brasil crescendo, queremos que esse Brasil seja governado por gente honesta, e não por corruptos. Maria Zeni5ª – Um tiro no pé Joice Hasselmann via na convocação dos atos deste domingo uma estratégia arriscada do governo. A comentarista Carmen acha que o presidente precisa ser mais pragmático.
Joice está certa. Ao invés de estratégias, governe, Bolsonaro. Carmen Santerini4ª – Mourão não Lula não quer saber de impeachment de Bolsonaro. A comentarista Daniela entendeu o recado como um elogio a Hamilton Mourão.
Lula é desonesto, mas burro nunca foi… Mourão presidente pode ser sentença de morte para o PT. Mourão tem visão estratégica, pode fazer o Brasil deslanchar. Daniela Coelho3ª – “Renúncia ou impeachment”
Tabata Amaral entende que o governo Bolsonaro caminha para uma renúncia ou um impeachment. A comentarista Teresa se viu obrigada a concordar com a deputada.
Se ele não parar com essas maluquices – e duvido que pare, porque ele é assim, sempre foi – é exatamente o que vai acontecer. O mercado não vai aguentar, o povo já está de saco cheio. Teresa Pereira2ª – “Estão mexendo com aquele rapaz da Rede Globo” Cesar Maia entende que Luciano Huck será o candidato do centro em 2022. E que há de ter grande força eleitoral. O comentarista José acha que é cedo para falar em 2022.
Mal terminou uma eleição e os políticos já pensam em 2022? Vamos trabalhar, minha gente. José1ª – “Bolsonaro precisa tirar da frente adversários muito fortes, que é o caso do Moro” Além da prata, Cesar Maia levou o ouro ao afirmar que a indicação precoce de Sergio Moro teria sido uma forma encontrada por Bolsonaro para tirar o ministro da disputa em 2022. A comentarista Teresa viu sentido na leitura do pai de Rodrigo Maia.
Faz sentido, já que Jair Bolsonaro vive num mundo de fantasias e conspirações. Mira em quem é mais forte. Porém, seu maior adversário é ele próprio. Teresa Cristina
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